28/11/2013

Relato de Genesis tem respaldo cientifico diz estudiosa.

A ciência tem comprovado diversas afirmações bíblicas através de estudos e análises, porém a mídia pouco destaca essas descobertas. O livro do Gênesis, que relata a criação do mundo e do ser humano, foi alvo de uma pesquisa que chegou a conclusão de que suas histórias são coerentes com o que a ciência descreve a respeito da origem da vida na Terra.

Margaret Hunter, uma matemática que criou um sistema que mostra a narrativa bíblica em ordem cronológica, analisou o Gênesis e chegou à conclusão de que, cientificamente falando, o relato de Moisés é extremamente preciso.

Em entrevista ao Christian News Network, Margaret diz que a chance de que Moisés tenha adivinhado os acontecimentos é infinitesimal: 1 em 479 milhões. “Eu percebi que os 12 itens listados na conta da criação de Gênesis são confirmados pelos cientistas de hoje como sendo na ordem correta, começando com a luz que está sendo separada das trevas, plantas chegando antes dos animais e terminando com o homem”, explicou.

“Moisés teve menos de uma chance em 479 milhões de apenas adivinhar corretamente a sequência do relato da criação. Para mim, a explicação mais simples é que Moisés ouviu o relato direto do Criador”, disse Margaret, que acrescenta que a exatidão da Bíblia não se limita aos primeiros capítulos: “Os nomes, lugares e acontecimentos da Bíblia têm sido confirmados. Até o rei Davi, escritos e monumentos tem sido encontrados em nações vizinhas [a Israel]“, observou.

Para reforçar seu argumento, Margaret citou um documento do Departamento de Antropologia do Museu Smithsonian, que se refere aos “livros históricos do Antigo Testamento” como “documentos históricos tão precisos quanto qualquer outro que temos desde a antiguidade e são, de fato, mais precisos do que muitos dos egípcios, histórias da Mesopotâmia, ou gregos”.

“A Bíblia não é um livro de histórias míticas de pessoas em combate com inimigos, mas uma história factual confirmada por evidências arqueológicas, pelo menos até onde a arqueologia tem sido capaz de ir”, concluiu Margaret.


Fonte: gospelmais

17/11/2013

Coréia do Norte fuzila dezenas de cristãos por possuirem Bíblias


O jornal sul-coreano JoongAng Ilbo denunciou a execução de 80 norte-coreanos na semana passada. A notícia chocante foi reproduzida por vários órgãos de imprensa europeus e americanos.

O que chamou atenção foi o motivo alegado. As pessoas haviam desobedecido e lei,
 pois assistiram televisão e possuíam Bíblias em suas casa.
As execuções foram realizadas em sete cidades no dia 3 de novembro.
Um grupo de refugiados norte-coreanos testemunham que a prática não é nova.
A fonte do jornal é uma pessoa que alega ter saído ilegalmente da Coréia do Norte
e ser testemunha ocular de um evento onde 10.000 pessoas foram até um estádio esportivo na cidade de Wonsan para assistir os condenados enfrentarem um pelotão
de fuzilamento. A prática é uma maneira de a liderança ditatorial do país disseminar
sua mensagem à população.
Segundo o jornal inglês Daily Mail, os mortos “foram amarrados a estacas com sacos cobrindo suas cabeças. Seus corpos foram crivados por tiros de metralhadora enquanto eram acusados” ​​de práticas que são consideradas traição ao regime, como assistir TV sul-coreana e terem Bíblias em casa.
Um dos líderes do grupo de refugiados Solidariedade Intelectual, disse ao The Independent: “O regime, obviamente, está com medo de possíveis mudanças na mentalidade das pessoas. Tenta preventivamente assustá-las”. Eles acusam o governo norte-coreano de continuamente ser responsável por execuções, desaparecimentos, detenções arbitrárias e tortura.
De acordo com o relatório sobre direitos humanos da ONU, “O governo submete cidadãos a controles rígidos em muitos aspectos de suas vidas, incluindo a negação das liberdades de expressão, de imprensa, de reunião, de associação, religião e movimento e os direitos dos trabalhadores”.
A Coreia do Norte é o país mais fechado do mundo e vive querendo retomar a guerra contra a coirmã do sul. Está em primeiro lugar na lista de países que mais perseguem os cristãos. Praticar a fé cristã é considerado crime grave. Pessoas apanhadas em reuniões de igrejas ou penas com uma Bíblia em casa é podem ser condenadas à prisão ou mesmo à morte. Apesar da campanha de medo constante, há relatos de que a Igreja subterrânea continue crescendo.
A notícia vem na mesma semana que o pastor americano Eric Foley recebeu destaque na imprensa ao mostrar como enviou cerca de 50 mil Bíblias para a Coréia do Norte este ano, utilizando balões de gás guiados por GPS.
“São os fiéis mais perseguidos na Terra”, acredita Foley. Ele afirma que existem cerca de 100.000 cristãos na Coréia do Norte. Ninguém sabe ao certo, mas acredita-se que mais de 70 mil estão atualmente detidos em campos de concentração, onde fazem trabalhos forçados, passam fome, são torturados e até mortos. Para a missão Portas Abertas, que também contrabandeia Bíblias usando balões, seriam perto de 400 mil cristãos. Com informações Daily Mail e The Blaze.
Fontes:
Folha de S. Paulo
Jornal Sábado


Gospel Prime

Fatos Politicos

31/10/2013

As 95 Teses

Era noite, véspera do dia de todos os santos. Ele sabia que como de costume uma multidão iria vir à igreja naquela pela manha para fazer suas petições. Um numero ainda maior viria para obter perdão através de ossos de homens considerados santos e outras relíquias. Estavam também explorando uma tática nova: a venda de perdão, chamada de “indulgências”.
As indulgências haviam corrompido ainda mais o cristianismo medieval, tanto no sentido teórico como o pratico. Os “fiéis” agora não tinham mais que ter medo do juízo vindouro devido as suas más ações, eles podiam cometê-las desde que comprassem um certificado de perdão.
Nossa verdadeira fonte de perdão esta em Jesus que sofreu em nosso lugar a punição pelos nossos pecados, e ao nos perdoar Ele nos capacita a viver uma vida de obediência a Ele. Cristo nos liberta do pecado, por isso quando nos arrependemos e confessamos, somos perdoados e nosso comportamento e modificado.
Hoje muitos cristão não sabem o que significa esta data, outros inclusive procuram anula lá e voltar à comunhão com aquele sistema religioso que não foca em Cristo e sua Palavra. Quanto a nos, que venhamos reter boas lições e princípios da reforma:

A Bíblia esta acima das tradições e dogmas.
A Salvação e somente pela graça, cujo pagamento foi o Sacrifício de Jesus, e os benefícios são recebidos pela fé.
A Salvação só pode ser concedida por Cristo, o verdadeiro cabeça da Igreja, e único mediador entre os homens e Deus, a quem somente deve ser dada Glória.

“A maior necessidade do mundo é a de homens; homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” EGW

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Para você que ficou curioso seguem abaixo as 95 Teses do Dr. Martinho Lutero:

1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.
15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.
18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.
20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa[1], pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?
30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.
34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina[2].
39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.[3]
40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.[4]
41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.[5]
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.[6]
44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.
61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente.[7]
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.
71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I.Coríntios XII.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.
82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?
83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma Basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos próprios fiéis?
87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?
88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz![8]
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.
95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

22/10/2013

Desapontamento ou Recomeço



22 de Outubro de 1844

O dia seguinte foi o mais amargo da vida para os participantes do movimento millerita. Eles eram cristãos de varias denominações que esperavam um novo tempo de paz, como a maioria dos cristãos daquela época conhecida como o Segundo Grande Despertamento. Eles acreditavam que esta paz ao mundo só poderia acontecer com a Segunda Vinda de Jesus a terra, mas a grande data havia passado.
Estavam passando pelo Maior Desapontamento de suas vidas. Muitos abandonaram a fé, alguns voltaram para seu formalismo religioso anterior e apenas uns poucos continuaram clamando ao Deus que não pode errar nem mentir, sobre o que teria dado errado. Já que Deus nunca erra, o erro estava com eles.
A resposta à oração veio quando o fazendo e futuro pastor Hiram Edson, decidiu incentivar outros adventistas na região. Evitando as estradas onde eles poderiam seriam vistos e sofrer escárnio e insultos dos vizinhos, Edson e seus amigos caminharam através dos milharais de sua fazenda.
Enquanto um amigo entrou em silêncio através dos campos, Edson parou para refletir sobre o que lhe parecia uma visão rica de significado para os adventistas desapontados. Recordando a experiência de anos mais tarde, ele escreveu:
"... O Céu parecia aberto ao meu ponto de vista, e eu vi distinta e claramente que em vez de nosso Sumo Sacerdote sair do Santíssimo do santuário celestial para vir a esta terra, no décimo dia do sétimo mês, no final dos 2.300 dias [calculados a ser 22 de outubro de 1844], ele pela primeira vez entrou naquele dia no segundo compartimento desse santuário, e que Ele tinha uma obra a realizar no Santíssimo antes de vir para a Terra”.
Este entendimento de Edson ofereceu aos companheiros desencorajados uma nova perspectiva sobre a sua experiência, e empurrou-os a voltar a estudar novamente as passagens da Bíblia. O estudo da Bíblia com seus amigos ORL Crosier e Franklin Hahn durou meses e confirmou e aperfeiçoou seu entendimento sobre o santuário. Mais tarde publicaram suas conclusões. A fim de obter recursos para impressão e auxiliar na expansão da obra bíblica, Edson e sua esposa concordaram em vender parte do seu jogo de talheres do seu casamento talheres e mesmo sua fazenda.

Existem algumas lições que podemos aprender com os pioneiros:
1-    Reconhecer nosso erro
2-    Buscar em Deus a solução
3-    Permitir que em nossa fraqueza, Deus nos de sua força.
“E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.” 2 Coríntios 12:9-10


Daquele duro golpe, os que confiaram em Deus se fizeram forte nEle. Não olhe para as quedas como um castigo de Deus, reconheça seus erros, peca ajuda a Deus, encare isto como uma nova oportunidade para acertar e crescer. Fazendo isto certamente Deus te tornara um instrumento em Suas Santas Mãos. Que Deus te abençoe.

01/10/2013

ONU reconhece o trabalho dos Desbravadores

Foi na avenida principal, na estrada do M’Boi Mirim, zona Sul de São Paulo que mais de 500 desbravadores, aventureiros e jovens realizaram o desfile cívico ao som de instrumentos tocados pela banda da Polícia Militar da região. A ação que aconteceu em setembro teve um significado especial. “Seremos homenageados com a medalha do cinquentenário de Paz da ONU, a Organização das Nações Unidas”, explica João Paulo, organizador do evento e também diretor de clube de desbravadores.
A medalha que representa o reconhecimento da ONU pelo trabalho e ações que contribuem para a paz e o progresso social no mundo foi entregue pelo subtenente da Polícia Militar Milton Vieira da Silva. “Foi entregue aos desbravadores pelo grande trabalho que eles têm realizado em nossa comunidade”, elogia Silva.
Para o diretor do departamento na zona sul da capital, pastor Alexandre Martins o reconhecimento dado pela ONU ajuda inclusive na divulgação do nome desbravador. “O trabalho do desbravador faz a diferença no mundo e principalmente em loco, onde eles estão”, comenta.
O movimento chamou a atenção de moradores como a do casal Jailton Oliveira e Cleusa Gonçalves que estavam de passagem no momento da programação, mas decidiram ficar para assistir. “Estávamos indo para a feira comprar algumas coisas quando vimos essa multidão. É incomum ter esse movimento aqui no dia de hoje, mas paramos para assistir e realmente gostamos muito. O trabalho que essas pessoas fazem com a sociedade é diferenciado. Bem merecida a homenagem”, afirma Oliveira.
Os desbravadores é um programa que promove interação, inclusão, religiosidade, atividades físicas, recreativas e sociais que inclui a prestação de serviços e projetos à comunidade e ao meio ambiente

26/09/2013

Arqueólogos encontram o que pode ter sido as “minas do rei Salomão”



Escavações em minas de cobres no extremo sul de Israel podem ter revelado novas evidências do reinado da figura bíblica do Rei Salomão, que teria governado a região durante 40 anos.
Durante a Idade do Ferro, os seres humanos começaram a explorar os depósitos de cobre escondidos no Vale de Timna, no atual Estado de Israel, como fica evidente ao se observar as milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição existentes no distrito. Agora, o debate dos arqueólogos se concentra em quem controlava essas minas, e quando.
Após ter explorado a região na década de 1930, o arqueólogo estadunidense Nelson Glueck anunciou ter encontrado as reais “minas do Rei Salomão”, no reino bíblico de Edom. “As Minas do Rei Salomão” é um romance de aventura popular, publicado pelo autor vitoriano inglês Henry Rider Haggard e traduzido para o português por Eça de Queiroz. O livro narra uma jornada ao interior da África, feita por um grupo de aventureiros em busca de uma lendária riqueza que supostamente estaria escondida nas minas que dão nome ao romance. A importância da obra se dá principalmente por ser considerada a precursora do gênero literário “mundo perdido”.
As pesquisas do decorrer do século 20 – e essencialmente após a descoberta de um templo egípcio no centro do vale, em 1969 – lançaram dúvidas sobre as afirmações de Glueck. Alguns arqueólogos sustentam, desde então, uma interpretação que sugere que os antigos egípcios teriam de fato construído as minas, antes mesmo da suposta existência do reinado de Salomão, ainda no século 13 aC.

No entanto, as escavações recentes no Vale de Timna revelaram artefatos datados do século 10 aC, época em que a Bíblia diz que o rei Salomão governava. Os especialistas, porém, argumentam que as minas provavelmente eram operadas pelos edomitas, uma tribo seminômade que constantemente entrava em conflito com Israel.
“As minas são, definitivamente, do período do rei Salomão”, garante o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Esses locais podem nos ajudar a compreender a sociedade local, que, se não fossem as minas, teria passado despercebida por nós”.
Ano passado, Ben-Yosef e uma equipe de pesquisadores investigaram uma área conhecida como Colina dos Escravos, um local de fundição previamente intocado, que mantém rastros de centenas de fornos e camadas de cobre, o material restante da extração do metal.
O lugar não apresentava ruínas arquitetônicas significativas, mas os arqueólogos conseguiram encontrar resquícios efêmeros de uma vida antiga: pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de tâmaras, uvas e pistache.
Onze amostras do material encontradas na Colina dos Escravos foram submetidas a testes na Universidade de Oxford, na Inglaterra. De acordo com os pesquisadores, os resultados mostraram que os itens antigos datam justamente da época do reinado de Salomão.
“No Vale de Timna, nós certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”, resume Ben-Yosef.
Apesar do debate sobre quão confiável é a Bíblia como fonte histórica para arqueólogos, Ben-Yosef acrescenta que é muito possível que os reis Davi e Salomão tenham, de fato, existido. Consequentemente, segundo ele, é possível que uma dessas figuras bíblicas tenham exercido algum controle sobre as minas do Vale de Timna. [Live Science]
Fonte: (Hypescience)
Nota Gilberto Theiss: Embora seja necessário informações adicionais que torne mais claro as afirmações, não podemos deixar de reconhecer que a arqueologia tem sido um aliado poderoso da Bíblia. Há muita história enterrada que a cada escavação tem estabelecido uma conexão com o conteúdo bíblico, especialmente no que diz respeito as culturas, costumes, geografias, montes, rios, vales, nomes de cidades, vilarejos, reis e personagens dos mais leigos. A Bíblia não poupa este tipo de informação e a explora de forma exaustiva. Será que, o escritores bíblicos sabiam que no futuro estas informações adicionais seriam úteis? Se eles sabiam não posso afirmar, mas que Deus, o autor da Bíblia sabia, isto sim posso afirmar. É provável que, estas informações tenham sido inseridas de forma tão vasta porque no futuro seriam substancialmente favoráveis à evidenciar as histórias da Bíblia. 
visto em gilbertotheiss