05/12/2014

Ellen White entra na lista de americanos mais influentes de todos os tempos


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  • Na área de figuras religiosas foram classificados apenas 11 nomesNa área de figuras religiosas foram classificados apenas 11 nomes
    Brasília, DF … [ASN] Foi divulgada agora em novembro uma inusitada lista com os nomes dos 100 norte-americanos mais influentes de todos os tempos. A listagem é um trabalho da Smithsonian Magazine, uma publicação que pertence ao Smithsonian Institute,e inclui a escritora adventista Ellen White. Essa instituição, criada em 1846, reúne um grupo de museus e centros de pesquisa administrados pelo governo dos Estados Unidos.
    Conforme a revista, foi adotada uma metodologia criada por Steven Skiena e Charles Ward. Skiena é professor da Universidade Stony Brook e pesquisador na área de computação e Ward é um engenheiro da Google especializado em metodologias de classificação.
    Como se chegou à lista?
    Os dois desenvolveram um método algorítmico para classificar figuras históricas, como o Google classifica páginas da web. Só que  Skiena e Ward resolveram catalogar as pessoas de acordo com a sua importância histórica, o que eles definem como “o resultado de forças sociais e culturais que agem sobre a massa de realização de um indivíduo.”
    Para se chegar a esse grupo, foram pesquisadas fontes como a Wikipedia, que tem mais de 840 mil páginas dedicadas a pessoas de todos os tempos e lugares, além de dados extraídos dos 15 milhões de livros que a Google digitalizou. Eles analisaram os dados para produzir um escore único para cada pessoa e usaram uma fórmula que incorpora o número de links para cada página, o número de páginas visitadas, a duração de cada entrada e a frequência das edições para cada página.
    Ellen White integrou a área que eles chamaram de figuras religiosas ao lado de outros nomes conhecidos. A listagem completa tem gente do nível de Abraham Lincoln, George Washington, Martin Luther King, Thomas Jefferson, Oprah Winfrey, entre outros.
    Leia também:
    Centenário em 2015
    No próximo ano, a Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo vai relembrar o centenário de morte dela, que é considerada uma das maiores escritoras cristãs. Para o doutor Alberto Timm, diretor associado do Ellen White Estate, “ela é, sem dúvida, a adventista mais conhecida e influente. Sem haver ocupado qualquer função administrativa na Igreja Adventista, os conselhos de Ellen White continuam dando forma a muitos programas e a quase todas as instituições em todos os níveis da denominação. Seus escritos exaltam a Cristo e estimulam a lealdade à Bíblia como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas”. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
    Veja reportagem sobre centenário de Ellen White com o doutor Timm:

    04/12/2014

    Pastor Rick Warren participa de encontro ecumenico

    Dois líderes evangélicos se encontraram com o papa Francisco no Vaticano durante a Conferência sobre o Matrimônio e a Vida Familiar, que pretende abordar temas inerentes à família tradicional. O famoso pastor Rick Warren, líder da megaigreja Saddleback, e o pastor Russel Moore, teólogo especialista em ética do Seminário Batista do Sul, se encontrarão com o pontífice católico no evento, que contará ainda com representantes judeus e muçulmanos que debaterão o tema proposto. O portal Christian Headlines destacou que a conferência sobre casamento e vida familiar vem em sequência da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada recentemente pelo Vaticano. Na ocasião, uma teóloga evangélica francesa foi convidada a participar das discussões.

    Durante a assembleia do Sínodo, foi ensaiada uma abertura maior aos homossexuais na comunidade católica, mas a pressão dos conservadores terminou por ressaltar a ênfase na família tradicional.

    Os organizadores dizem que a nova conferência vai mostrar que, embora a hierarquia católica esteja dividida sobre como lidar com os desafios contemporâneos para a vida matrimonial e familiar, a igreja ainda pode buscar um terreno comum com os líderes religiosos fora do Vaticano.

    “Estou disposto a ir a qualquer lugar, quando solicitado a dar testemunho de que nós, como protestantes evangélicos, acreditamos no casamento e no Evangelho, especialmente em tempos em que o casamento é culturalmente colocado em risco”, disse Moore, que lidera a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul.

    O encontro será promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé, com apoio dos conselhos Pontifício para a Família, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.




    28/10/2014

    Dia da Reforma Protestante

    Ele vinha se incomodando com isto há algum tempo. Quando desesperado por perdão e paz, fez todos os sacrifícios possíveis, e descobrira que nada disso era necessário. O caminho ao Pai estava aberto, e havia um único e suficiente Mediador, que estava disponível sempre que Martinho precisasse.
    Ele queria compartilhar isso com os guias espirituais do povo. Então resolveu chamar estes para um debate, para que estas questões tão importantes fossem discutidas e levadas a público. Como era de costume, fixou o cartaz na porta da igreja da cidade de Wittenberg, que era um ponto de fácil acesso na cidade e para onde iriam muitas pessoas, já que era véspera do dia de todos os santos ("All hallow-eve" "Halloween" - 31 de outubro). Esta ação mudaria para sempre a vida de Lutero, a Alemanha e o mundo. Começava a Reforma Protestante.

    Alguns ecumênicos tem dito que o "Protesto Acabou", na verdade não. O que aconteceu é que muitas Igrejas Protestantes Históricas pararam de protestar. Mas, ainda há pessoas como eu (e não são poucas) que seguem protestando pelas mesmas coisas e outras mais. Para  celebrar este dia, ponho abaixo alguns links e as 95 teses de Martinho Lutero que foram publicadas naquele dia.

    Filme Lutero
     



    Primeiro Filme sobre Lutero

     

    AS 95 TESTES


    Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.

    Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Amém.

    1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.

    2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).

    3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.

    4. Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.

    5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.

    6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.

    7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.

    8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.

    9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.

    10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.

    11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.

    12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.

    13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

    14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.

    15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.

    16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.

    17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.

    18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.

    19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.

    20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.

    21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.

    22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.

    23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.

    24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.

    25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.

    26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.

    27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].

    28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.

    29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?

    30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.

    31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.

    32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

    33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.

    34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.

    35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.

    36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.

    37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.

    38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina.

    39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.[3]

    40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.[4]

    41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.[5]

    42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.

    43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.

    44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.

    45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.

    46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.

    47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.

    48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.

    49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.

    50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

    51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

    52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.

    53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

    54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.

    55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.

    56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.

    57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.

    58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.

    59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.

    60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.

    61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente.

    62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.

    63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.

    64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.

    65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.

    66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.

    67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.

    68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.

    69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.

    70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.

    71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.

    72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.

    73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,

    74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.

    75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

    76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.

    77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.

    78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I.Coríntios XII.

    79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, equivale à cruz de Cristo.

    80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.

    81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.

    82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?

    83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?

    84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?

    85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?

    86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma Basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos próprios fiéis?

    87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?

    88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?

    89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?

    90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.

    91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.

    92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!

    93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz![8]

    94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.

    95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

    16/09/2014

    A Batalha em Hollywood Scott Mayer - Testemunho Ex - Cineasta

    Uma Semana de Oração Jovem trouxe o ex-cineasta e ator norte-americano Scott Mayer à igreja adventista do bairro Capão Redondo, em São Paulo, para falar sobre os perigos de filmes e seriados à vida cristã. Em Hollywood, Mayer atuou como ator por 6 anos e cinegrafista por 4 anos, trabalhando em cerca de 20 produções, entre elas The Biggest Loser e A bela e a Fera. Hoje ele coordena o ministério Little Lights, de produção de vídeos cristãos. Durante sua estadia no Brasil ele também deu uma entrevista sobre o assunto da semana de oração "Batalha em Hollywood". Confira.


    Agência APS - Como você entrou em Hollywood?

    Mayer - Eu sempre fui adventista. Mas comecei a me afastar de Deus em busca de sucesso, fama e dinheiro. Estava na faculdade de Mídia Digital e fui orientado a tentar trabalhar em Hollywood. Consegui entrar e isso fez com que eu me afastasse mais ainda de Deus. Trabalhei cerca de 10 anos lá.
    Agência APS - E como foi seu reencontro com Deus?
    Mayer - Um dia meu irmão me convidou para ir a uma festa de ex-alunos de um colégio adventista. Lá encontrei com um garoto que fez com que eu acordasse para a realidade de que estava longe de Deus. Nessa festa várias pessoas vinham comentar comigo que achavam legal eu estar trabalhando em Hollywood, etc, mas esse garoto virou e me disse: "Legal, mas eu tenho uma pergunta para você. Como está o seu relacionamento com Deus?". Eu fiquei chocado com aquela pergunta porque aquele garoto usava todos os tipos de drogas e agora ele estava ali me perguntando sobre o meu relacionamento com Deus. Então a partir daí passei a voltar a tomar estudos bíblicos e então voltei para a Igreja.
    Agência APS - O tema da semana foi "Batalha em Hollywood". Como você define que batalha é essa?
    Mayer - A Batalha na mente. Hollywood é um campo de batalha que luta para conseguir sua mente.
    Agência APS - Cinema é ambiente para um cristão? Existe diferença entre assistir filme em casa e assistir no cinema?
    Mayer - Sim, existe. Quando você assiste um filme no cinema, geralmente é bem escuro, então você foca somente na tela. Quando você assiste em casa, geralmente não é tão escuro. Então no cinema você entra mais na trama do filme. Estudos revelam que nesta situação o seu cérebro segue o mesmo padrão de ondas cerebrais de quando alguém está em estado de hipnose, por exemplo. É por isso que quando você vê alguém assistindo televisão eles estão parecendo "zumbis". Estão hipnotizados. Em um cinema é só olhar para as pessoas quando elas estiverem assistindo e fica muito fácil entender o que eu estou dizendo. Quando você está hipnotizado você perde noção de tempo e toda essa visão periférica vai embora. Por isso os perigos maiores de assistir filmes em cinemas.

    Agência APS - Ainda sobre este assunto, durante suas mensagens você falou também sobre outros estudos científicos que abordam o funcionamento do cérebro enquanto a pessoa está assistindo algo. Explique um pouco mais sobre isso.

    Mayer - Estudos mostram que é ativada a mesma região do cérebro quando se faz e se assiste algo. Isso é chamado de neurônios de espelho. Você tem neurônios no seu cérebro que estão associados ao aprendizado. É como uma criança que quando copia você está aprendendo como o mundo funciona. Este foi o jeito como Deus construiu a nossa mente. Então, nós podemos aprender, assim como uma criança, através da visão sobre o mundo, de forma que tudo o que você vê, em seu cérebro, é como se você estivesse fazendo. Se você pesquisar na internet você encontrará estas explicações científicas sobre como isso acontece. Quando você vê é praticamente o mesmo efeito de quando você faz algo. Eu sempre sugiro que as pessoas pesquisem sobre este assunto porque faz muito sentido e da mesma forma é muito perigoso.

    Agência APS - Hoje se fala muito no termo "indústria do entretenimento". Baseado em todas estas análises, o que você pensa sobre este conceito?
    Mayer - Eu acredito que assim como nós falamos de Deus e religião às pessoas, Hollywood também está fazendo a mesma coisa. A igreja deles é o cinema. Ambos os lados estão apresentando o mesmo assunto, a guerra sobre o grande conflito. A diferença é você identificar onde está a verdade desta mesma história. Do jeito como eles querem, eles pregam sobre como e de onde nós viemos, quem é Deus, todas as coisas que a igreja tenta ensinar. Mas eles usam caminhos muito mais atraentes para fazer isso. Então, eles estão trazendo a atenção do mundo para eles.

    Agência APS - A cada dia a Igreja Adventista aumenta mais o uso de diversos meios de comunicação para anunciar a mensagem de esperança, como é o exemplo da websérie baseada no livro O Grande Conflito. Podemos entender os meios de comunicação como uma faca de dois gumes
    ?
    Mayer - Sim, com certeza. Precisamos usar a comunicação para anunciar a mensagem adventista ao mundo. Nós encorajamos a todos a se envolverem com a mídia. Hoje o que eu faço para sobreviver é fazer documentários, vídeos. Eu falo sobre esses assuntos em somente uma pequena parte do meu tempo. A maioria do tempo eu estou produzindo vídeos. Nós queremos que as pessoas usem a mídia para trazer as pessoas para Deus e não para irem para Hollywood que irá empurrá-los para fora. Nós precisamos desta ajuda na igreja.

    Agência APS - Hoje nós percebemos um crescente aumento na produção de filmes para o público evangélico. No entanto, alguns destes filmes mesclam mensagens bíblicas com conceitos espíritas, entre outros. Como você avalia esta nova tendência?
    Mayer - Em toda a sua vida o diabo está tentando fazer as pessoas acreditarem que ele não existe. Ellen White diz que sua última tentativa de enganar seria vir como Cristo. Ele tenta fazer todo mundo acreditar na guerra, mas mostrando a você falsos cristos, como por exemplo o Superman e o cara do Matrix. São várias as figuras que se apresentam como um cristo, mas que não são o Cristo bíblico. O Diabo está preocupado em confundir as pessoas. Então, quando a profecia se cumprir e ele vier como falso cristo, as pessoas que estão assistindo mais a filmes do que lendo a Bíblia, poderão seguir o cristo errado.
    Mas existem muitos bons filmes. Você pode tanto ser inspirado por um filme quanto pode ser afetado negativamente por ele. Todos os filmes que vão dar suporte ao que a Bíblia ensina ou vão apresentar como ser uma boa pessoa ou como amar seu próximo, são bons filmes pois têm atributos bíblicos.

    Agência APS - O que você pensa sobre o filme O Livro de Eli, que em seu enredo defende a Bíblia como um livro muito importante, mas, no entanto é carregado de cenas de violência, entre outras práticas não apoiadas nos conceitos bíblicos? 
    Mayer - Neste filme o que me assusta era que o trabalho dele era proteger a Bíblia a todo custo. Perceba, a todo custo. Nós sabemos que o tempo da perseguição virá. Sabemos que terão igrejas que vão querer fazer você pensar da maneira como eles querem que você pense. Se você não pensa daquela maneira você será atacado. Deus não está chamando a gente para atacar e até matar pessoas que pensam de um jeito diferente do nosso.

    Agência APS - Há alguns dias foi divulgado o vídeo do testemunho do ator Angus T. Jones que se converteu à mensagem adventista. A mídia deu suas próprias interpretações sobre o assunto e os membros adventistas, obviamente, também as suas. Como você avaliou esta repercussão?

    Mayer - Essa "indústria do entretenimento" do qual falamos, controla a informação. Se alguém começa a falar alguma coisa contra o sistema deles, eles começam a atacar esta pessoa. Começam a falar que a igreja está interessada no dinheiro do ator, etc. Eu conheço algumas pessoas que deram estudos bíblicos para Angus e é muito interessante ler o que a mídia diz sobre ele e ver que eles divulgam os fatos todos errados. Então simplesmente não devemos confiar sempre no que a mídia diz porque eles não falam a verdade dos fatos. Eles controlam a informação fazendo as pessoas pensarem que está louco ou outra coisa do tipo.
    O que é interessante de Hollywood é que existe uma disposição grande para aceitar a todo mundo, não importa se é gay, se adora o diabo, eles aceitam todo mundo. Exceto, se você acredita em Deus. Daí a conversa muda. E uma vez que os olhos de Angus se abriram, se ele é como eu, ele não conseguiria mesmo trabalhar naquele negócio. Aquilo entra em choque com tudo o que você acredita. E ele disse isso a ele mesmo, "não acredito que posso ser um cristão e trabalhar nesse programa".

    Agência APS - Tanto ele quanto você precisaram ter pulso firme para decidir seguir a Deus, custe o que custar. Deixe uma mensagem a jovens que ainda não tomaram esta decisão. 
    Mayer - Eu acredito que Deus está nos chamando para sermos testemunhas para o mundo. Se você ler Mateus 24 você vai ver que o evangelho será pregado a todo mundo e então o fim virá. Mas nós não podemos nos esquecer de uma parte deste verso que diz pregar "em testemunho", e então o fim virá. Nós somos a maior destruição para o trabalho de Deus quando não damos um bom testemunho.

    Da mesma maneira, quanto mais perto ficarmos de Cristo, as pessoas olharão a nossa vida e dirão "eu quero isto para a minha vida". Eu gostaria que todos aprendessem que devemos cuidar com o que nós colocamos em nossa mente, porque como a Bíblia diz, pela contemplação nós seremos transformados. Devemos estar cada dia em mais comunhão com Deus e nos envolver com a mídia para espalhar essa mensagem a todo mundo e então finalmente irmos para o nosso lar.

    05/09/2014

    Testemunho da "Ex Agentina Loca do Balanço Latino" Jane Brum

    O programa Anjos em Ação, da TV Novo Tempo, exibiu neste mês o testemunho de Jane Brum Muniz e Nilson Figueiró Muniz. Jane era cantora de uma banda que faz sucesso no Sul do Brasil. No grupo, ela chegou a fazer 265 shows em um ano e o clipe da música mais conhecida alcançou 1 milhão de visualizações no Youtube. Nilson era o técnico de som da banda e havia sido adventista na infância.

    A mudança na vida do casal começou quando ganhou o DVD dos 50 anos do quarteto Arautos do Rei. Jane ficou impressionada com a qualidade da apresentação e, mais do que isso, foi tocada pelo Espírito Santo através da mensagem do pastor Ivan Saraiva e da música "Um Pouco Mais".
    A partir de então, eles começaram a se interessar pela Igreja assistindo à programação da Novo tempo. Foi quando reconheceram na telinha um colega de profissão: o músico Marquinhos Maraial, que recém havia gravado um DVD ao vivo. Após conhecer o testemunho de Maraial, o casal foi impactado pela semelhança no passado artístico e passou a refletir sobre a conduta e a necessidade de uma mudança de vida.

    Jane e Nilson passaram fazer parte do povo adventista e foram batizados durante o programa que foi exibido no dia 8 de setembro. O casal recebeu o certificado de batismo no último sábado (21) em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, onde moram.

    Testemunho


    Video com batismo abaixo:

    Fonte: http://www.usb.org.br

    Fonte:

    OS ADVENTISTAS E A POLÍTICA

    Por que ter orientações sobre esse assunto?

     Em tempos onde a política e a religião se cruzam permanentemente com impacto direto na vida dos religiosos, a Igreja Adventista do Sétimo Dia sente necessidade de deixar claro seu posicionamento frente a temas relacionados à política e eleições. Ao mesmo tempo em que não é proprietária e nem incentiva a participação em partidos políticos por parte de seus membros, a Igreja Adventista também reconhece seu papel dentro da sociedade como uma organização ativa e envolvida com questões pertinentes à cidadania. Nessa cartilha, são apresentadas abordagens sobre três aspectos que a Igreja Adventista julga importante dentro dessa temática e que são válidos para todos os países que integram a Divisão Sul-Americana: os adventistas e a política partidária, os adventistas e as eleições e os adventistas e o relacionamento com candidatos adventistas. Há dois motivos principais para a produção dessa cartilha. O primeiro é que as orientações funcionem como um guia conciso e unificado de orientações a respeito do tema para que os membros compreendam o que pensa a organização.


    Além disso, também serve como referência para que políticos e partidos entendam como age a Igreja Adventista e não criem quaisquer expectativas diferentes das que ela se propõe. Os adventistas e a política partidária Nesse assunto, as principais referências são os capítulos “Nossa Atitude Quanto à Política” do livro Obreiros Evangélicos, páginas 391-396, e trechos do livro Fundamentos da Educação Cristã, páginas 475 a 484, ambos escritos por Ellen White. Existem pelo menos três princípios fundamentais que regem a posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre a política. Um deles é o princípio da separação entre Igreja e Estado, o que leva a cada uma dessas entidades a cumprir suas respectivas funções sem interferir nos negócios da outra. A Igreja crê que só poderá preservar esse princípio por meio de uma postura denominacional sem compromissos partidários, não se posicionando nem a favor e nem contra quaisquer regimes ou partidos políticos. Essa postura deve caracterizar, não apenas a organização adventista em todos os seus níveis, mas também todas as instituições por ela mantidas, todas as congregações adventistas locais, bem como todos os obreiros assalariados pela organização. A Igreja encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional. O cristianismo apostólico cumpria sua missão evangélica sob as estruturas opressoras do Império Romano sem se voltar contra elas. O próprio Cristo afirmou que o Seu reino “não é deste mundo” e que, por conseguinte, os Seus “ministros” não empunham bandeiras políticas (João 18:36). Qualquer compromisso político ou partidário por parte da denominação dificultaria a pregação do “evangelho eterno” a todos os seres humanos indistinta-mente (Mateus 24:14; Apocalipse 14:6).


     Outro princípio fundamental é que o nível de justiça social de um país é diretamente proporcional ao nível de justiça individual de cada um dos seus cidadãos, e que esta justiça individual, por sua vez, deriva do interior da própria pessoa. Reconhecendo as dimensões sociais do pecado, a Igreja apoia e mesmo participa de projetos sociais e educacionais que beneficiam a vida comunitária sem conflitarem com os princípios bíblicos. Muitos desses projetos são levados a efeito em nome da sua agência humanitária ADRA (Agência de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais), outros pela ASA (Ação Solidária Adventista) e demais departamentos da Igreja Adventista. No entanto, a Igreja não participa de quaisquer greves e passeatas de índole política e partidária que acabariam comprometendo sua postura de não defender qualquer partidarismo. O cristianismo não isenta os cristãos dos seus deveres civis e isso está evidente na ordem de Cristo: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Marcos 12: 17.

    O Novo Testamento apresenta várias orientações a respeito do dever cristão de honrar os governos civis como instituídos por Deus (ver Romanos 13:1-7; Tito 3:1 e 2; I Pedro 2:13-17). Somente quando tais governos obrigam seus súditos a transgredirem as leis divinas é que o cristão deve assumir a postura de que “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Orientações práticas da Igreja Adventista do Sétimo Dia A Igreja Adventista do Sétimo Dia não apoia e nem possui partidos políticos e nem repassa recursos a essas organizações por entender que adota uma postura não partidária. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não permite que, em seus templos, sejam realizadas reuniões com finalidade político-partidária ou de cunho eleitoral. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não mantém bancada de parlamentares em nível municipal, estadual e federal e nem de líderes políticos de quaisquer regiões administrativas ou demais países que fazem parte da Divisão Sul-Americana.

    Além da Bíblia Sagrada, os adventistas usam como referência para esse assunto os escritos de Ellen White, escritora norte-americana e cofundadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O assunto está presente em vários de seus livros. Na edição da revista Review and Herald, de 15 de outubro de 1914, em artigo reproduzido no livro Obreiro Evangélicos, páginas 384-388, Ellen White enfatizou a responsabilidade de cada cidadão exercer toda influência dentro do seu poder para refrear o tráfico de bebidas alcoólicas, incluindo seu voto: “Mesmo não sendo sábio nos envolvermos em questões políticas, ainda assim é nosso privilégio tomar uma posição decidida sobre todas as questões relacionadas à reforma da temperança. Tenho dado muitas vezes a esse respeito um claro testemunho”. Em um artigo publicado na Review de 8 de novembro de 1881, ela escreveu: “Há uma causa para a paralisia moral da sociedade. Nossas leis apoiam um mal que lhes está destruindo a própria base. Muitos lamentam o mal que sabem existir, mas se consideram livres de qualquer responsabilidade no assunto. Isso não pode ser. Todo indivíduo exerce uma influência na sociedade. Em nossa terra favorecida, todo eleitor tem de certo modo voz em decidir que espécie de leis hão de reger a nação. Não deviam sua influência e voto ser postos do lado da temperança e da virtude? Podemos apelar para os amigos da temperança, a fim de que promovam a união para o conflito, e para procurar impedir a onda do mal que está desmoralizando o mundo; mas de que valem todos os nossos esforços, enquanto os negociantes de bebidas alcoólicas forem apoiados por lei? “Falamos nos resultados, trememos em face deles, e cogitamos no que poderemos fazer com esses terríveis resultados, ao passo que, muitas vezes, toleramos, e até sancionamos a causa dos mesmos. Os defensores da temperança deixam de cumprir todo o seu dever, a menos que exerçam sua influência, pela palavra e pelo exemplo – palavra, pena e voto – em favor da proibição e abstinência total. É escusado pensar que Deus opere um milagre para efetuar essa reforma, afastando assim a necessidade de esforço de nossa parte. Nós mesmos precisamos de agarrar-nos com esse gigante inimigo, tendo como divisa: não transigir, nem cessar nossos esforços até que a vitória seja alcançada.’” (Review and Herald, 15 de outubro de 1914; citado em Obreiros Evangélicos, páginas 387 e 388 e Temperança, páginas 253 e 254). Fica claro nesses e em outros textos que os adventistas devem optar, na hora do voto, por candidatos que promovam, em suas ideias de campanha, conceitos em favor da saúde, da temperança (uso equilibrado dos recursos naturais) e defendem o direito à liberdade de expressão religiosa. Já que, em muitos países, o voto é obrigatório e é prudente que se respeitem as leis, o ideal é privilegiar candidatos com esse perfil.

    Orientações práticas da Igreja Adventista do Sétimo Dia


     A Igreja Adventista recomenda que os membros participem das eleições em seus países desde que nessas ocasiões não haja qualquer incompatibilidade com os princípios bíblicos defendidos pela Igreja. É orientado que os membros votem em candidatos que defendam os princípios de temperança – o que inclui combate ao fumo e bebidas alcoólicas – questões de liberdade de expressão religiosa, separação entre Igreja e Estado e que efetivamente tenham propostas concretas para melhorar a qualidade de vida da população em geral especialmente nas áreas de saúde, educação e família. Mas não há qualquer orientação quanto a voto em candidatos de determinados partidos políticos. Pastores, líderes locais ou profissionais adventistas não devem promover candidatos em cultos regulares ou demais programas oficiais da Igreja Adventista, tampouco nas sedes administrativas e instituições educacionais, de saúde ou sedes de projetos da ADRA ou mantidos de alguma forma pela organização adventista. A Igreja Adventista não apoia a mobilização para que sejam dados votos a um determinado candidato. É vedado o uso do dízimo para pagamento de qualquer pessoa para fazer discursos sobre questões políticas. Candidatos adventistas Entre os direitos do cristão adventista no exercício de sua cidadania está o de ocupar cargos políticos.


    O Antigo Testamento menciona vários membros do povo de Deus que exerceram funções de grande projeção no governo de importantes nações pagãs da época. Por exemplo, José foi por muitos anos primeiro ministro do Egito, a mais importante nação da época (Gênesis 41:38-45). Colocado por Deus sobre o trono daquele país (Gênesis 45:7, 8), José se manteve “puro e imaculado na corte do rei”; e foi “um representante de Cristo” aos egípcios (Medicina e Salvação, p. 36; Patriarcas e Profetas, p. 368-369). Daniel exerceu importantes cargos governamentais em Babilônia sob o reinado de Nabucodonosor, Belsazar, Dario e Ciro (Daniel 2:48, 49; 5:11, 12,29; 6:1-3, 28; 8:27). Com um apego incondicional aos princípios divinos, Daniel e seus com¬panheiros foram embaixadores do verdadeiro Deus na corte desses reis (ver Daniel capítulos 1, 3 e 6). É interessante notar que José e Daniel foram nomeados para suas funções públicas pelos próprios monarcas da época. Mas hoje, na maioria das democracias modernas, as pessoas precisam se candidatar e concorrer a tais funções em um processo bem mais competitivo. Embora a Igreja Adventista do Sétimo Dia normalmente não encoraje e nem desestimule a candidatura política dos seus membros, ela também reconhece que a sociedade tem sido beneficiada pelo bom exemplo de alguns políticos adventistas que concorrem honestamente a determinados cargos públicos e os exercem dignamente, sem comprometerem com isso os princípios bíblicos. A influência positiva de políticos adventistas tem sido decisiva, em vários países, para o estabelecimento de legislações que facilitem a observância do sábado.

    20/08/2014

    Dica de Leitura: "Descubra seus Pontos Fortes!"

    Dica de Leitura:

    Apesar de ser um livro com o foco direcionado para empresas, podemos aplicar em diversas áreas de nossa vida, como nossos relacionamentos e trabalho da igreja.
    O livro começa com uma introdução que ele chama de revolução dos pontos fortes, porque tradicionalmente as empresas e as pessoas estão mais focados em trabalhar os pontos fracos do que os pontos fortes de cada pessoa. Essa abordagem vem tentando quebrar este paradigma. Para o instituto Gallup os resultados das pesquisas com os melhores gerentes do mundo indicaram que “o maior potencial de crescimento de cada pessoa está nas áreas onde ela tem seu ponto mais forte.”
    Todos os dias precisamos tomar várias decisões instintivas. Elas são fruto dos nossos temas pessoais. Muitas empresas definem um modelo de funcionário padrão para cada função, mas cada individuo é diferente um do outro. No esforço se tornarem “um pão de forma” há muito sofrimento no colaborador e baixo rendimento na empresa. Muitos se cansam sem atingir o resultado esperado e se frustram por não saberem lidar consigo mesmos. Se ao menos soubessem quem são a história seria diferente.
    Por isso, a proposta inicial é o autoconhecimento, principalmente em relação aos seus temas pessoais que se forem devidamente trabalhados serão os seus pontos fortes. Os meus temas são: Contexto, Harmonia, Intelecção, Restauração e Prudência.
    Muitas vezes os nossos temas pessoais não são o que gostaríamos que fossem, ou aqueles que achamos perfeitos para nossa profissão ou vocação. Os autores chegam até a mencionar a possibilidade de mudança de trabalho, mas estimulam a pessoa a trabalhar nos seus pontos fortes dentro da função que já exerce. Usar o que você tem de melhor para atingir a excelência.
    Para mim como pastor distrital os meus temas são bastante úteis. Posso usar o contexto e a intelecção para preparar sermões e estudos bíblicos. Harmonia e restauração para administrar as comissões, fortalecer a unidade dos líderes e demais membros, e ajudar na recuperação das pessoas que preciso atender. Prudência também é muito importante para calcular os riscos e benefícios das ações e projetos que tenho que fazer para que nada falhe.
    Devemos trabalhar nossos pontos fortes de maneira que determinada atividade possa ser feita de forma consistência, com alegria e êxito. Armar o talentos naturais com conhecimentos e técnicas para criar nossos pontos fortes. Desta maneira poderemos nos destacar por aquilo que somos e não o que não o somos. Não devemos perder tempo tentando mudar nossos talentos, mas sim habilitando  os que temos para que nós mesmos e outros possam ser ainda mais beneficiados.
    Uma das coisas que me chamaram a atenção no livro foi a abordagem positiva. Procurar ver em mim mesmo o que eu tenho de melhor e como ter mais satisfação e atingir os melhores resultados com constância sendo eu mesmo, só que mais desenvolvido.  Uma abordagem que eu diria mais ‘humanizadora’ e menos mecânica. “Se sou um bolo não sou um pão de forma. Não devo me sentir frustrado. Pois posso ser nutritivo, apetitoso, vendável, etc.... como eu sou.”
    Aquilo que para um parecia ser teimosia, pode desenvolver-se para perseverança. O medroso passa a ser prudente, “a cara que viaja na maionese”  ou o “cdf” passa a ser o intelectual. Para eu que sou cristão, talvez seja uma abordagem próxima a de Jesus que vê em mim o que eu vou me tornar. O impulsivo Simão se tornaria a pedra: “tu, pois, quando te converteres, [desenvolveres teus pontos fortes] fortalece os teus irmãos.” Lucas 22:32


    13/08/2014

    Descoberta arqueológica desafia teoria da evolução

    Neste mês foram feitas duas descobertas arqueológicas que desafiam muito do que defende a teoria da Evolução. O cientista cristão Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia (UEC), em Northridge (Estados Unidos), por questionar a idade dos dinossauros. Durante uma escavação no Estado de Montana, foi encontrado um chifre de Tricerátopo. Ao analisar o achado com um microscópio, ele encontrou tecidos moles na amostra. A teoria de Armitage, que é criacionista, sempre foi que os dinossauros possuem milhares de anos e não 60 milhões de anos, como os darwinistas acreditam. A descoberta de tecidos moles em um dinossauro deixou espantados os membros do departamento de biologia da universidade e os estudantes. Afinal, a presença desses tecidos leva a crer que os dinossauros viviam no planeta há relativamente pouco tempo. Contrariada, a UEC decidiu demiti-lo e o caso ganhou mais repercussão pelo que aconteceu com o pesquisador do que pelo achado em si. Poucos dias depois, arqueólogos que trabalham na Noruega encontraram um esqueleto humano de 8.000 anos que pode ter partes do cérebro fossilizadas.


    O autor da descoberta, Gaute Reitan, afirmou que “ainda é cedo” e que “precisa de ajuda nesse estudo”. Caso seja confirmado, o achado será um desafio significativo para os que negam a veracidade do dilúvio bíblico. A equipe de cientistas ligados à Universidade de Oslo passou dois meses cavando em uma área de fiorde perto da capital. Conforme relatado pela Norwegian Broadcasting, eles desenterraram vários fósseis, incluindo restos de ossos antigos e outros materiais biológicos. A surpresa maior veio quando eles notaram a presença de tecidos moles dentro de um crânio pequeno, que pode ser de uma criança.


    Outros esqueletos de adultos foram desenterrados no mesmo local. Reitan explica que os métodos de datação indicam que as amostras retiradas nas primeiras escavações, incluindo os restos de cérebro, têm cerca de 8.000 anos de idade. São, portanto, a descoberta mais antiga de esqueletos na Escandinávia e pode ensinar muito sobre como viviam os habitantes da região nesse período. Brian Thomas, cientista do Instituto de Pesquisas da Criação (ICR), diz que somente o método de datação segundo a cronologia bíblica permitiria que isso acontecesse. “A narrativa bíblica sobre o que ocorreu após o dilúvio fornece as condições únicas necessárias para mineralizar órgãos macios antes que os tecidos se desintegrem totalmente.” Thomas afirma ainda que o achado dos noruegueses é semelhante a uma descoberta de 2010, quando remanescentes cerebrais foram encontradas no fóssil de um macaco africano que teria supostamente 1.900.000 anos de idade. Essas descobertas, argumenta Thomas, não concordam com o calendário evolutivo. “Segundo o quadro bíblico”, escreveu Thomas, “os fósseis encontrados tanto neste sítio arqueológico norueguês quanto no africano foram enterrados depois do dilúvio. Eles teriam, portanto, menos de 4.500 anos de idade”. Com informações de Christian News e Live Science.

    15/07/2014

    O mistério do cemitério de baleias no deserto

    Tropeçando na verdade
    Pesquisadores chilenos e americanos estabeleceram uma teoria para explicar a existência de um misterioso cemitério de baleias pré-históricas ao lado da rodovia Pan-Americana, no deserto do Atacama, no norte do Chile. Os cientistas acreditam que os cetáceos ancestrais podem ter morrido ao consumir algas tóxicas, e que seus corpos foram parar no local que se encontram hoje - conhecido como Cerro Ballena (“Colina da Baleia”) - por causa da configuração geográfica da região. Os animais estão no local há cinco milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], e esse acúmulo de fósseis seria o resultado de não apenas um, mas de quatro grandes encalhes. Os dados recolhidos sugerem que todas as baleias ingeriram as algas. Os mamíferos mortos e os que estavam morrendo foram então arrastados para um estuário e, em seguida, para a areia onde, com o passar do tempo, foram enterrados.

    Os estudiosos usaram modelos digitais em 3D dos esqueletos no sítio arqueológico e, depois, retiraram os ossos do local para mais análises em laboratório. Os resultados da pesquisa foram divulgados pela publicação especializada Proceedings B of the Royal Society. Já se sabia que os fósseis bem preservados de baleias são comuns nesta área do deserto chileno, e eles podiam ser vistos saindo das rochas. Mas apenas quando começaram as obras para o alargamento da rodovia Pan-Americana que os pesquisadores tiveram a chance de estudar mais detalhadamente o local onde estavam os fósseis.

    Eles tinham apenas duas semanas para completar o trabalho de campo antes do início das obras na rodovia. Por isso, a equipe de cientistas apressou os trabalhos para registrar o máximo possível de detalhes do local e dos fósseis.

    Na análise feita no local onde os fósseis estavam foram identificados os restos de mais de 40 baleias. Os cientistas também encontraram, entre esses fósseis de baleia, outros, de predadores marinhos importantes e também de herbívoros. “Encontramos criaturas extintas como a baleia-morsa - que desenvolveram uma face parecida com a de uma morsa. E também havia estas ‘preguiças aquáticas’ bizarras”, disse Nicholas Pyenson, um paleontologista do Museu Nacional Smithsonian de História Natural.

    “Para mim, é incrível que, em 240 metros (de uma obra de) abertura de estrada, conseguimos amostras de todas as estrelas do mundo dos fósseis de mamíferos marinhos na América do Sul, no final do período Mioceno. É uma acumulação incrivelmente densa de espécies”, afirmou o cientista à BBC.

    A equipe de cientistas notou que quase todos os esqueletos estavam completos e as posições em que foram encontrados tinham pontos em comum. Muitos estavam voltados para a mesma direção e de cabeça para baixo, por exemplo. Tudo isso aponta para a possibilidade de as criaturas terem morrido devido à mesma catástrofe repentina. Mas as pesquisas mostram que as mortes não ocorreram apenas em um evento, foram quatro episódios separados durante um período de milhares de anos.

    A melhor explicação que encontraram é que todos esses animais foram envenenados pelas toxinas que podem ser geradas pela proliferação de algas. Essa proliferação é uma das causas prevalentes para grandes encalhes de mamíferos marinhos que vemos hoje.

    “Todas as criaturas que encontramos, sejam baleias, focas ou peixes-agulha, estão no topo da cadeia alimentar marinha e aquilo deve ter deixado (esses animais) muito suscetíveis à proliferações de algas tóxicas”, disse Pyenson.

    Os pesquisadores também acreditam que a configuração do que era a costa em Cerro Ballena na época da morte dos animais contribuiu para que os corpos das baleias fossem levados para a areia, provavelmente além do alcance de animais marinhos necrófagos, que teriam consumido os cadáveres.

    Além disso, por essa ser uma região que agora é um deserto, poucos animais terrestres apareceram nos últimos séculos para roubar os ossos [!]. No entanto, por enquanto, os pesquisadores não podem afirmar com certeza que algas tóxicas foram responsáveis pelos encalhes. Não há fragmentos de algas nos sedimentos, algo que poderia ser visto como a prova “definitiva”.
    Cerro Ballena é uma região considerada como um dos sítios de fósseis mais densos do mundo. Os cientistas calculam que podem existir centenas de espécies na área que ainda precisam ser descobertas e investigadas. No momento, a Universidade do Chile, em Santiago, está trabalhando para construir uma estação de estudos na área.



    Nota: Os animais morreram intoxicados, embora não haja qualquer evidência das tais algas, muito menos (evidentemente) das tais toxinas... Seus corpos foram transportados a longa distância sem se degradar nem desarticular e, então, foram perfeitamente fossilizados. E mais: a abundância de fósseis (de baleias e até herbívoros!) foi interpretada pelos pesquisadores como sendo resultado de quatro encalhes de animais que morreram em condições semelhantes, longe do local de sepultamento. Sinceramente, não é mais “fácil” explicar/supor que esses animais foram soterrados todas num único evento capaz de sepultá-los instantaneamente (pois não chegaram a ser devorados nem decompostos). Note isto: “Muitos [dos animais] estavam voltados para a mesma direção e de cabeça para baixo, por exemplo. Tudo isso aponta para a possibilidade de as criaturas terem morrido devido à mesma catástrofe repentina.” Mas eles ignoram a evidência e preferem acreditar nas algas invisíveis... “Por enquanto, os pesquisadores não podem afirmar com certeza que algas tóxicas foram responsáveis pelos encalhes. Não há fragmentos de algas nos sedimentos, algo que poderia ser visto como a prova ‘definitiva’.” Até quando os evolucionistas vão tropeçar na verdade, levantar e fingir que nada aconteceu? [MB]

    Leia mais sobre baleias fossilizadas aquiaquiaqui e aqui.

    Fonte: Criacionismo

    02/07/2014

    Música: O Chamado


     Uma música composta por uma ovelha para seu pastor, no dia da ordenação. Ela é tão bonita que motivou os líderes do Concílio Ministerial USeB 2014 a grava-la e mostra la ao público em geral no final do concílio.

    18/06/2014

    Como eu posso demonstrar meu amor por Jesus?



    Essa é uma pergunta muita importante. Todos nós podemos demonstrar o amor que sentimos por determinada pessoa de muitas maneiras. Mas, sempre existe uma forma que chega mais perto do coração, e arranca um sorriso maior nos lábios. Algumas mulheres gostam de flores, outras preferem roupas como presente. Há ainda aquelas que gostam de ambas as coisas, mas se sentem mais amadas com uma expressão verbal deste amor: “Eu te amo muito minha princesa, o que seria de mim sem ti...”

    Em relação as mulheres, elas nem sempre expressão com clareza os seus desejos, mas dão “pistas” ou indiretas. Para saber qual seria o presente mais agradável (1 Jo 3:22) é necessário conhecer bem a quem se ama. Já com o Mestre Jesus é mais fácil saber do que mais Ele se agrada, pois ele deixou isto bem claro: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” João 14:15

    Para Jesus os mandamentos são a expressão do amor de Deus. Quem os guarda permanece no amor de Deus (Jo 15:10). E o próprio Jesus se manifesta ao obediente e através dele (Jo 14:21; Jo 13:35). A obediência é a prova de que o conhecemos de verdade (1 Jo 2:3 e 4).

    Para ser cristão de fato é necessário andar em amor (2 Jo 1:6; Rm 13:10). Cada coisa que Deus nos pede para cumprirmos vem trazendo uma benção (Dt 30:16): proteção, saúde, perseverança, experiência, ensino e transformação. Pense no que Jesus quis que aprendêssemos com a cerimônia do lava-pés, por exemplo (Jo 13:1-17).Os ensinamentos de Jesus tem como objetivo fazer com que venhamos agir como “filhos do Pai Celeste” (Mt 5:45).

    Todavia, esta filiação e adoção só se tornou possível devido ao sacrifício de Cristo (Jo 1:12; Rm 8: 39; Ef 1:5-7; Hb 2:10 e 11). Quando Jesus ressuscitou Ele deu uma ordem, um mandamento:

    “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto [POR CAUSA DISSO, MEU SACRIFÍCIO, AUTORIDADE E RESSURREIÇÃO],
    fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;  ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”  Mateus 28:18-20

     A outra maneira especial de demonstrar amor por Jesus é pregar o Evangelho. Quando pregamos o evangelho de Jesus Cristo estamos valorizando o Seu tão Grande Sacrifício. Pois Jesus morreu por todos, e todos precisam saber disso. Todos precisam ouvir as boas novas do evangelho, guardar no coração tudo o que Jesus ensinou para que possam ser realmente felizes.
    Não procure desculpas dizendo que é difícil, que muitos não querem ouvir, que você não é capaz de uma missão tão grande... Embora tudo isso possa ser verdade. O Senhor disse que estaria conosco todos os dias, jamais nos abandonaria nem nos deixaria fazer a missão sozinhos. Esta missão é a missão de Deus, Ele apenas quer que nós participemos. E certamente Ele nos dará o poder e a oportunidade de fazê-lo.


    O melhor presente que você pode dar para Jesus é o seu coração (uma vida de obediência). E outro também muito bom, é levar um  outro coração para Ele.

    13/06/2014

    POPE FRANCIS SUPERSTAR - Papa Cumpre Profecia parte 2



    Pr. Doug Batchelor analisa as viagens do papa Francisco e seu relacionamentos com chefes de Estado demonstrando que as profecias estão se cumprindo.

    Neste Link você poderá assistir a "parte 1" deste estudo.
    Outros videos: TV TERCEIRO ANO

    29/04/2014

    A verdade em 2 minutos - A morte

    Arqueólogos Descobrem imagem de Jesus no Egito

    Uma equipe de arqueólogos espanhóis desenterrou o que um especialista diz que poderia ser uma das imagens mais antigas de Jesus, pintada nas paredes de uma estrutura subterrânea em uma tumba egípcia. Os egiptólogos da Catalunha fizeram a descoberta na antiga cidade egípcia de Oxyrhynchus, com os túmulos dos séculos 6 e 7. O líder da equipe de pesquisa, Josep Padró, um veterano de escavações na região há 20 anos, disse ao jornal de língua espanhola La Vanguardia que a descoberta foi "excepcional".
    A descoberta por uma equipe conjunta do catalão Egiptologia Society e da Universidade de Barcelona tem causado tanto barulho que o ministro ainda de Antiguidades do Egito, Mohamed Ibrahim, está agora envolvida pessoalmente.

    Uma pintura copta com uma camada protetora mostra um jovem em atitude de bênção. (Cortesia: Mission Oxyrhynchus).Os túmulos parecem pertencer a uma família de escribas ou sacerdotes. Padró disse que a estrutura de pedra está "incrivelmente boa, mas nós não sabemos o que é."  A estrutura ainda é um enigma. Mais de 45 toneladas de rocha foram transferidos para chegar ao subterrâneos, e uma vez lá dentro, os arqueólogos encontraram "cinco ou seis camadas de tinta nas paredes, a última das quais era do período copta dos primeiros cristãos". Padró disse entre as inscrições foi  havia a "figura de um jovem, com cabelo encaracolado, vestido com uma túnica curta e com a mão levantada como que ministrando uma bênção." "Nós poderíamos estar lidando com uma imagem muito primitiva de Jesus Cristo", acrescentou. A imagem está agora sob proteção enquanto especialistas começam a traduzir as inscrições circundantes. Enquanto isso, a escavação na área está em curso, para escavar uma outra estrutura não identificada ligada aos túmulos. "Nós não sabemos o que vamos encontrar lá", disse o egiptólogo. De acordo com o local, as escavações anteriores em Oxyrhynchus desenterraram templos dedicados a Osíris, o deus egípcio da vida após a morte.

    Veja vídeo de escavação recente em Oxyrhynchus:





    Fontes: WND
                LaVanguardia

    25/04/2014

    Ator Principal do Filme Noé teve educação adventista na infancia

    O ator neozelandês Russell Crowe Russell Ira Crowe [ator principal do filme “Noé”] nasceu em Wellington, Nova Zelândia, mas tem ascendência britânica, norueguesa e maori. Dois de seus tios, Martin e Jeff Crowe, são antigos capitães da seleção de críquete neozelandesa. Crowe cresceu seguindo as orientações da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Quando tinha quatro anos, seus pais se mudaram para a Austrália, onde frequentou a Sydney Boys High School. Aos 14, retornou à Nova Zelândia, onde não completou a educação secundária, abandonando os estudos para ajudar financeiramente sua família. Crowe voltou à Austrália aos 21 anos, para ingressar no Instituto Nacional de Arte Dramática, plano do qual desistiu, passando a trabalhar como ator de teatro mambembe.

    Depois de aparecer nas séries de televisão “Neighbours” e “Living With the Law”, Crowe obteve seu primeiro papel em um filme: “The Crossing”, dirigido por George Ogilvie. Em 1992, Crowe protagonizou o primeiro episódio da segunda temporada da série “Police Rescue”. No mesmo ano, atuou em “Romper Stomper”, um filme australiano dirigido por Geoffrey Wright. Depois de seu êxito na Austrália, Crowe começou a aparecer em filmes norte-americanos.

    Primeiro, esteve ao lado de Denzel Washington em “Assassino Virtual”, de 1995. Mas Crowe tornou-se uma estrela depois de trabalhar com Kevin Spacey, Guy Pearce e Kim Basinger no filme “Los Angeles - Cidade Proibida”, em 1997. Nos anos seguintes, Crowe receberia três indicações ao Oscar de melhor ator: por “O Informante”, “Gladiador” e “Uma Mente Brilhante”. Ganhou o prêmio, em 2001, por sua atuação em “Gladiador”. Seu trabalho em “Uma Mente Brilhante” lhe valeu um prêmio Bafta. Em 2005, voltou a filmar sob a direção de Ron Howard, em “A Luta Pela Esperança”. E foi dirigido por Ridley Scott em dois filmes: “Um Bom Ano” e “American Gangster”. Na maior parte do ano, Crowe mora na Austrália. Ele também é cantor e compositor. Foi vocalista e guitarrista da banda de rock “30 Odd Foot of Grunts” e hoje colabora na banda canadense “Great Big Sea”. Publicou um álbum no iTunes, intitulado “My Hand, My Heart”. Russell Crowe também é co-proprietário da South Sydney Rabbitohs, uma equipe da Liga Nacional de Rugby da Austrália. (UOL Educação)


     Nota: No Brasil, Luana Piovani também teve começo semelhante ao do ator neozelandês (confira aqui e aqui) e Angus Jones fez caminho inverso ao dos dois (confira).

    Confira abaixo o ator Russell Crowe, bem jovem, num antigo comercial do colégio adventista australiano de Avondale:


    Fonte: Criacionismo