30/03/2011

Um outro discípulo...

Acabo de chegar em casa, volto da igreja do Silvestre onde eu tinha pregado. Agora pouco aconteceram coisas que jamais imaginei: um desconhecido me ofereceu carona no Rio de Janeiro, a outra foi que eu aceitei. Faltavam alguns minutos para as 22h. Estava descendo a Ladeira dos Guararapes a pé com meu guarda chuva pois meu carro foi para o conserto hoje (Graças a Deus, depois depois de 18 dias aguardando), logo que saí da comunidade e começava a parte dos grandes casarões um carro parou do meu lado, e o motorista indicou que eu deveria entrar e abriu a porta. Eu olhei para ele, e ele tirava sua bíblia do banco e colocava no painel, foi quando resolvi entrar e disse: Boa noite, qual é o nome do sr. Ele me respondeu que era Carlos e eu me apresentei. Conversamos sobre ser cristão ou evangélico(ele pontuou a diferença), falamos sobre as mudanças que tem ocorrido nas igrejas e disse que a igreja adventista não havia mudado. Ele me deixou na Mem de Sá, e assim que desci um onibus parou no ponto para eu voltar para casa. Aquele era um irmão batista que pensou num outro cristão descendo sozinho numa ruma escura numa noite chuvosa. Aquele cristão reconheceu um outro cristão. Me levou em segurança no seu carro, quero que Deus o abençoe e que possamos, quando Jesus voltar, subirmos lado a lado para o Céu.

"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." João 13:35

28/03/2011

David: O Despontar de um Rei - Game Bíblico

As quatro faces de Jesus

Por: Robert K. McIver
  Por que existem quatro evangelhos no Novo Testamento? Por certo um seria suficiente. Essa foi, pelo menos, a opinião de Taciano, pai da igreja no segundo século, o qual compôs o Diatessaron, uma tradução dos evangelhos em língua siríaca. Em vez de traduzir os quatro evangelhos, ele compilou uma “harmonia” tomando a versão de cada história importante e inserindo-a numa harmonização dos evangelhos. João Calvino escreveu um comentário sobre cada livro da Bíblia, exceto os evangelhos, para os quais preparou também uma harmonia; então escreveu um comentário a respeito.

Contudo, Taciano e Calvino são exceções. Os quatro evangelhos têm figurado no Novo Testamento desde a primeira vez que alguém perguntou que escritos deveriam ser nele incluídos. As razões por que os primeiros cristãos decidiram conservar os quatro evangelhos no Novo Testamento não são conhecidas. Mas por que o fizeram, temos agora quatro testemunhos ligeiramente diferentes sobre Jesus. Assim como diversas testemunhas são convocadas num tribunal para dar sua perspectiva particular dos fatos, de modo que a verdade possa emergir com maior clareza, assim também os quatro evangelistas fornecem quatro perspectivas de Jesus. Através deles vemos, por assim dizer, Jesus em quatro dimensões. A certa altura eu tinha intitulado meu livro sobre os quatro evangelhos: “Jesus In Four Dimensions”. Os editores decidiram que The Four Faces of Jesus seria um título melhor. Realmente ele expressa a mesma idéia de que cada um dos escritores evangelistas tem um testemunho pessoal de Jesus e de Sua mensagem. O que eles acham ser o mais importante?

Embora a maior parte deste artigo seja dedicada ao exame separado de cada um dos quatro evangelhos para descobrir o que distingue um do outro, não devemos nos esquecer que há uma harmonia básica entre as narrativas de Jesus neles encontradas. Por exemplo, todos concordam acerca de muitos detalhes de Seu ministério. Mateus e Lucas registram que Ele nasceu em Belém e os quatro concordam que Ele cresceu em Nazaré, e que o Seu ministério se concentrava nas pequenas cidades e vilas ao longo do litoral norte do mar da Galiléia. Mais significativamente, os quatro evangelhos partilham a convicção de que a coisa mais importante a se saber sobre Jesus, é a série de acontecimentos relacionados à Sua crucifixão, morte e ressurreição. Todos concordam que o significado da cruz tem a ver com quem Jesus é, e que aquilo que aconteceu com Ele foi o resultado da vontade de Deus e não uma fatalidade cega. Todos os evangelhos destacam o elo que liga a cruz e a Páscoa e que Jesus foi crucificado como o rei dos judeus; fato irônico, porque a cruz realmente inaugurou o reino de Deus. Além disso, todos eles enfatizam que Jesus ressuscitou com um corpo real e que Sua morte e ressurreição proveu o impulso para a atividade missionária dos primeiros (e últimos) cristãos. Esses conceitos e outros mais são partilhados pelos quatro evangelhos. Não obstante, cada um possui uma visão distinta de Jesus. 

Os quatro evangelhos preservam quatro perspectivas de Jesus. Fazemos encontrar face a face com um Jesus que não se acomoda facilmente aos compêndios de teólogos cristãos ou aos sermões pregados semanalmente. Esse é o Cristo que assumiu plenamente a natureza humana, mas que ainda era divino. Um Jesus que por Sua vida, morte e ressurreição mudou a história e tornou a salvação acessível a todos os que nEle crêem. Um Jesus que deve, em breve, retornar para destruir o mal e devolver o mundo a Deus. Um Jesus que vem até nós, por vezes numa hora inconveniente, e ordena: “Venha, siga-me”. Um Jesus que nos chama para uma vida de discipulado e serviço. Em poucas palavras, um Jesus que nos desafia com a questão mais profunda e mais importante que temos de enfrentar neste mundo: “Quanto a você... quem diz que Eu Sou?” (Marcos 8:29.) 

Robert K. McIver (Ph.D. pela Andrews University) é professor de estudos bíblicos em Avondale College, Cooranbong, Austrália. Entre seus livros acha-se o The Four Faces of Jesus (Boise, Idaho: Pacific Publ. Assn., 2000), que forma a base deste artigo. 
Os cristãos deveriam se preocupar com o meio ambiente?

Em 1967, o historiador científico Lynn White publicou um documento culpando amplamente as raízes judaico-cristãs ocidentais pela crise ecológica.3 Ele viu como causa do problema a doutrina da criação do homem à imagem de Deus, e a divina concessão de domínio terrestre a ele. O artigo de White chamou a atenção dos escritores cristãos de modo assinalado.4 Nesse meio tempo, o cientista atmosférico James Lovelock, estudando a atmosfera de Marte, concluiu que ela não permitia vida. Mas ele também estudou a atmosfera terrestre e deduziu que esta era mantida pela vida que abrigava. O conceito de um sistema de realimentação global levou alguns a propor a controvertida “hipótese de Gaia”, adotada por seguidores do movimento neopagão da Nova Era. Esses, por sua vez, abraçaram o ambientalismo para proteger a “Mãe-Terra”. Em resposta, os cristãos conservadores deram as costas ao cuidado para com a criação, temendo que se constituísse em adoração à Terra. Eis onde estamos hoje.
          Essa história e várias interpretações teológicas (conclusões equivocadas?) estão por trás das numerosas negativas em relação ao cuidado para com a criação cristã. Vamos examinar e analisar sucintamente tais impedimentos.

Impedimentos ao ambientalismo cristão

 1. Subjugação e domínio juntamente com cuidado e manutenção da criação. Muitos cristãos insistem que Deus ordenou a exploração ambiental. O que pensamos de Deus e da criação influencia bastante o modo como vivemos. Considere Gênesis 1:27, 28 e 2:15: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem... E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra... Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.”
 Como deveríamos entender “sujeitar” e “dominar” no contexto de “cultivar e guardar”? Uma vez que Deus considerou boa a criação e a elogiou, instruindo os humanos a cuidar dela e mantê-la, e repetidamente Se define como o único Criador, a exploração imprudente aparece como inadequada, insatisfatória e fora de contexto. Domínio não é licença para destruir.
2. Nova Era e ambientalismo neopagão. O novelista William Golding sugeriu que James Lovelock desse o nome de “Gaia” (deusa grega da Terra) à sua hipótese de realimentação global para a manutenção terrestre. Quando a hipótese de Gaia chamou a atenção dos adeptos da Nova Era, eles a adotaram incondicionalmente. Assim, o movimento da Nova Era associou-se ao ambientalismo. Alguns cristãos, aparentemente incapazes de distinguir entre os dois, rejeitaram a ambos. Ainda que o movimento da Nova Era seja de fundo indubitavelmente satânico, condenar os ecologistas cristãos como hereges é outra coisa totalmente diferente.
3. Entendendo mal a natureza da vida, da morte e da existência futura. A teologia cristã assimilou o dualismo grego, junto com as idéias gnósticas. Os gnósticos acreditavam que um deus menor criou a Terra, a qual, por sua vez, era correspondentemente desvalorizada. Não obstante, um espírito divino que poderia ser reintegrado à divindade capacitou os humanos. Isto degradou o entendimento sobre o processo bem como o resultado da criação, e mesmo o próprio Criador. Isso levou a aberrações teológicas como o conceito de uma alma imortal; a ascensão de um espírito consciente na morte; um inferno eternamente ardente; a má natureza inerente da carne humana; a redução da importância de celebrar, por meio da observância do sábado, o Criador e a criação; e, agora, o antiambientalismo. Os cristãos perderam muito.
 Embora corrompido devido ao pecado, nosso mundo é ainda uma dádiva divina que precisa ser apreciada. A Terra será restaurada como nosso lar eterno (Apocalipse 20 e 21), e não é um lugar menor para ser abandonado. Será um mundo real com pessoas, animais e plantas reais. Além disso, o que fazemos agora com a Terra diz muito sobre nossa compreensão de Deus, da criação e de nossa vida futura. Deus espera que cuidemos de Sua criação.
4. A suspeita da ciência. Muitos cristãos conservadores desconfiam da ciência, para eles a ciência e o ateísmo são indistinguíveis. Em vez disso, precisamos ter certeza de que a Bíblia e a ciência sejam corretamente compreendidas. Os adventistas, sendo cristãos conservadores, estão preocupados com os assuntos referentes à Criação e Evolução. O entusiasmo adventista pelas ciências da saúde também promove vigorosos programas educacionais científicos básicos, com a compreensão de que “a verdadeira Ciência e a Inspiração se acham em perfeita harmonia.”12 A expressão “verdadeira ciência”, sugere a alternativa “falsa ciência”. Assim, o conselho de Paulo sobre separar a verdade do erro é apropriado, quer se refira à ciência ou à religião: “Julgai todas as coisas, retende o que é bom” (I Tessalonicenses 5:21). Sob a guia do Espírito Santo, temos de avaliar e decidir inteligentemente. O ambientalismo não pode ser simplesmente descartado porque algumas teorias científicas não são confiáveis.
5. Ambientalismo e escatologia. Todavia, por mais que desejemos justificar o cuidado para com a criação, Pedro observa que “os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (II Pedro 3:10).Por que deveríamos cuidar de uma criação condenada, então? Devemos cuidar, pois pertence a Deus, que disse para dela cuidarmos.
 Concluímos que a Terra renovada e seus habitantes serão reais, físicos e tangíveis. Esse conceito é importante para reparar uma criação arruinada e condenada. As atitudes para com a criação agora preconizam as posições que tomaremos em relação à nova criação. Se tratarmos imprudentemente a criação agora, seria de se esperar que tratemos diferentemente a Terra renovada? Não é de admirar que Apocalipse 11:18 diga que os que destroem a Terra serão destruídos.  
6. A pressão dos líderes cristãos contra a ação ambiental positiva. Muitos crentes conservadores não participam do cuidado para com a criação por causa desse tipo de percepção. As principais igrejas são mais receptivas ao ambientalismo, eles promovem o ambientalismo cristão junto à Associação Nacional de Evangélicos (ANE), pois não vêem o ambientalismo como uma ameaça que outros tanto temem. Mas infelizmente os líderes de igreja bloquearam o esforço, temendo o ambientalismo na igreja como equivalente ao “culto à Terra”. Relatórios posteriores indicam que sob tal pressão a ANE voltou atrás. Um grupo de 86 líderes cristãos está admiravelmente indo avante.14

Praticando o ambientalismo cristão

Interpreto os ensinos bíblicos junto com a ciência, para dizer que quando o ambientalismo cristão é corretamente compreendido, esses bloqueios não ficam em nosso caminho; o ambientalismo não é apenas algo de que podemos fazer parte, mas de que realmente precisamos fazer parte. No princípio, recebemos um mandato – não para explorar, mas para sermos responsáveis e cuidarmos.
          Um ambiente saudável ajuda o evangelho. Ellen White observou que “a obra médico-missionária... é o evangelho na prática”.18 Ela se referiu ao “evangelho da saúde”19 e destacou que um ambiente saudável é promotor da saúde. “A natureza é o médico de Deus”, ela escreveu, referindo-se ao ar puro, luz solar, belas flores e árvores.20 “As coisas da natureza são bênçãos de Deus, providas para comunicar saúde ao corpo, à mente e à alma.”21
Num ensaio, Larry Boughman22 faz referência a Mavis Batey, que escreveu sobre os jardins de Oxford e Cambridge. Ela entendia que esses jardins encarnavam a filosofia da simplicidade e excelência tão necessárias para que estudantes e professores prosperassem em seus esforços intelectuais. Ambientes naturais promovem e aumentam a espiritualidade, a saúde e a aprendizagem.
          Duas estradas se ramificam perante nós: uma fácil e popular, mas que conduz à devastação, enquanto outra, mais desafiadora, conduz à vida. Vimos que a igreja, ao considerar a ação ambiental, tem experimentado dificuldades em decidir que caminho tomar e que papel desempenhar. Proclamar o evangelho da salvação é a primeira tarefa da igreja. Cuidar da criação é a segunda. Ademais, Romanos 8:21 nos diz que a natureza será libertada quando Jesus voltar. As boas-novas também se referem à criação. E no final, do jeito que cuidamos e preservamos a criação agora, assim continuaremos a cuidar do Éden restaurado.
Por conseguinte, como deveríamos viver? Cuidar da criação com seriedade e simplicidade, deveria ser um modo de vida. O custo da negligência e abuso ambiental é alto; a recompensa em cuidar é realmente generosa e permanente.

Agenda Pastoral: Pr. Iuri Antunes Distrito de Cruz Vermelha: Maio/2011

Data
Local / Atividade
1
Domingo
Silvestre: Comissão
3
Terça
Cruz Vermelha: Culto do Poder
4
Quarta
Saúde: Visitação e Pregação
5
Quinta
Visitação e Atendimento Pastoral
6
Sexta
Saúde: Classe Bíblica
7
Sábado
Cruz Vermelha: Concílio de Oficiais
8
Domingo
Santa Teresa: Comissão
10
Terça
Santa Teresa: PG
11
Quarta
Cruz Vermelha
12
Quinta
Visitação e Atendimento Pastoral
13
Sexta
Silvestre: PG
14
Sábado
Saúde
15
Domingo
Cruz Vermelha: Comissão
17
Terça
Santa Teresa: Semana de Mordomia.
18
Quarta
Santa Teresa: Semana de Mordomia.
19
Quinta
Santa Teresa: Semana de Mordomia.
20
Sexta
Santa Teresa: Semana de Mordomia.
21
Sábado
Santa Teresa: Semana de Mordomia
22
Domingo
Concílio Ministerial DSA
24
Terça
Concílio Ministerial DSA
25
Quarta
Concílio Ministerial DSA
26
Quinta
Concílio Ministerial DSA
27
Sexta
Concílio Ministerial DSA
28
Sábado
Concílio Ministerial DSA
29
Domingo
Concílio Ministerial DSA
31
Terça
Visitação e Atendimento Pastoral

Agenda Pastoral: Pr. Iuri Antunes Distrito de Cruz Vermelha: Abril/2011

Data
Local / Atividade
1
Sexta
Visitação: Santa Teresa
2
Sábado
Cruz Vermelha / Santa Teresa: Concílio de Oficiais e JA Distrital
3
Domingo
Santa Teresa: Comissão
5
Terça
Cruz Vermelha: Culto do Poder
6
Quarta
Saúde: Visitação e Pregação
7
Quinta
Visitação e Atendimento Pastoral
8
Sexta
Organização Impacto Rio
9
Sábado
Santa Teresa / Terra da Promessa: Impacto Rio
10
Domingo
Silvestre: Comissão
12
Terça
Santa Teresa: PG
13
Quarta
Cruz Vermelha: Visitação e Pregação
14
Quinta
Visitação e Atendimento Pastoral
15
Sexta
Saúde: Classe Bíblica
16
Sábado
Silvestre / Cruz Vermelha – Amigos da Esperança
17
Domingo
Terra da Promessa: Semana Santa
19
Terça
Terra da Promessa: Semana Santa
20
Quarta
 Terra da Promessa: Semana Santa
21
Quinta
Terra da Promessa: Semana Santa
22
Sexta
Terra da Promessa: Semana Santa
23
Sábado
Santa Teresa / Terra da Promessa: Semana Santa
24
Domingo
Cruz Vermelha: Comissão
26
Terça
Saúde: Visitação
27
Quarta
Santa Teresa: Visitação e Pregação
28
Quinta
Visitação e Atendimento Pastoral
29
Sexta
Silvestre: PG
30
Sábado
Silvestre