Uma equipe de arqueólogos espanhóis desenterrou o que um especialista diz que poderia ser uma das imagens mais antigas de Jesus, pintada nas paredes de uma estrutura subterrânea em uma tumba egípcia.
Os egiptólogos da Catalunha fizeram a descoberta na antiga cidade egípcia de Oxyrhynchus, com os túmulos dos séculos 6 e 7.
O líder da equipe de pesquisa, Josep Padró, um veterano de escavações na região há 20 anos, disse ao jornal de língua espanhola La Vanguardia que a descoberta foi "excepcional".
A descoberta por uma equipe conjunta do catalão Egiptologia Society e da Universidade de Barcelona tem causado tanto barulho que o ministro ainda de Antiguidades do Egito, Mohamed Ibrahim, está agora envolvida pessoalmente.
Uma pintura copta com uma camada protetora mostra um jovem em atitude de bênção. (Cortesia: Mission Oxyrhynchus).Os túmulos parecem pertencer a uma família de escribas ou sacerdotes. Padró disse que a estrutura de pedra está "incrivelmente boa, mas nós não sabemos o que é." A estrutura ainda é um enigma. Mais de 45 toneladas de rocha foram transferidos para chegar ao subterrâneos, e uma vez lá dentro, os arqueólogos encontraram "cinco ou seis camadas de tinta nas paredes, a última das quais era do período copta dos primeiros cristãos".
Padró disse entre as inscrições foi havia a "figura de um jovem, com cabelo encaracolado, vestido com uma túnica curta e com a mão levantada como que ministrando uma bênção."
"Nós poderíamos estar lidando com uma imagem muito primitiva de Jesus Cristo", acrescentou.
A imagem está agora sob proteção enquanto especialistas começam a traduzir as inscrições circundantes.
Enquanto isso, a escavação na área está em curso, para escavar uma outra estrutura não identificada ligada aos túmulos.
"Nós não sabemos o que vamos encontrar lá", disse o egiptólogo.
De acordo com o local, as escavações anteriores em Oxyrhynchus desenterraram templos dedicados a Osíris, o deus egípcio da vida após a morte.
Veja vídeo de escavação recente em Oxyrhynchus:
Fontes: WND
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29/04/2014
26/09/2013
Arqueólogos encontram o que pode ter sido as “minas do rei Salomão”
Escavações em minas de cobres no extremo sul de Israel podem ter revelado novas evidências do reinado da figura bíblica do Rei Salomão, que teria governado a região durante 40 anos.
Durante a Idade do Ferro, os seres humanos começaram a explorar os depósitos de cobre escondidos no Vale de Timna, no atual Estado de Israel, como fica evidente ao se observar as milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição existentes no distrito. Agora, o debate dos arqueólogos se concentra em quem controlava essas minas, e quando.
Após ter explorado a região na década de 1930, o arqueólogo estadunidense Nelson Glueck anunciou ter encontrado as reais “minas do Rei Salomão”, no reino bíblico de Edom. “As Minas do Rei Salomão” é um romance de aventura popular, publicado pelo autor vitoriano inglês Henry Rider Haggard e traduzido para o português por Eça de Queiroz. O livro narra uma jornada ao interior da África, feita por um grupo de aventureiros em busca de uma lendária riqueza que supostamente estaria escondida nas minas que dão nome ao romance. A importância da obra se dá principalmente por ser considerada a precursora do gênero literário “mundo perdido”.
As pesquisas do decorrer do século 20 – e essencialmente após a descoberta de um templo egípcio no centro do vale, em 1969 – lançaram dúvidas sobre as afirmações de Glueck. Alguns arqueólogos sustentam, desde então, uma interpretação que sugere que os antigos egípcios teriam de fato construído as minas, antes mesmo da suposta existência do reinado de Salomão, ainda no século 13 aC.
No entanto, as escavações recentes no Vale de Timna revelaram artefatos datados do século 10 aC, época em que a Bíblia diz que o rei Salomão governava. Os especialistas, porém, argumentam que as minas provavelmente eram operadas pelos edomitas, uma tribo seminômade que constantemente entrava em conflito com Israel.
“As minas são, definitivamente, do período do rei Salomão”, garante o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Esses locais podem nos ajudar a compreender a sociedade local, que, se não fossem as minas, teria passado despercebida por nós”.
Ano passado, Ben-Yosef e uma equipe de pesquisadores investigaram uma área conhecida como Colina dos Escravos, um local de fundição previamente intocado, que mantém rastros de centenas de fornos e camadas de cobre, o material restante da extração do metal.
O lugar não apresentava ruínas arquitetônicas significativas, mas os arqueólogos conseguiram encontrar resquícios efêmeros de uma vida antiga: pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de tâmaras, uvas e pistache.
Onze amostras do material encontradas na Colina dos Escravos foram submetidas a testes na Universidade de Oxford, na Inglaterra. De acordo com os pesquisadores, os resultados mostraram que os itens antigos datam justamente da época do reinado de Salomão.
“No Vale de Timna, nós certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”, resume Ben-Yosef.
Apesar do debate sobre quão confiável é a Bíblia como fonte histórica para arqueólogos, Ben-Yosef acrescenta que é muito possível que os reis Davi e Salomão tenham, de fato, existido. Consequentemente, segundo ele, é possível que uma dessas figuras bíblicas tenham exercido algum controle sobre as minas do Vale de Timna. [Live Science]
Fonte: (Hypescience)
Nota Gilberto Theiss: Embora seja necessário informações adicionais que torne mais claro as afirmações, não podemos deixar de reconhecer que a arqueologia tem sido um aliado poderoso da Bíblia. Há muita história enterrada que a cada escavação tem estabelecido uma conexão com o conteúdo bíblico, especialmente no que diz respeito as culturas, costumes, geografias, montes, rios, vales, nomes de cidades, vilarejos, reis e personagens dos mais leigos. A Bíblia não poupa este tipo de informação e a explora de forma exaustiva. Será que, o escritores bíblicos sabiam que no futuro estas informações adicionais seriam úteis? Se eles sabiam não posso afirmar, mas que Deus, o autor da Bíblia sabia, isto sim posso afirmar. É provável que, estas informações tenham sido inseridas de forma tão vasta porque no futuro seriam substancialmente favoráveis à evidenciar as histórias da Bíblia.
visto em gilbertotheiss
05/01/2012
Quem foi Pôncio Pilatos?
Video – Quem foi Pôncio Pilatos?, 2011
No programa de hoje vamos conversar um pouco sobre alguém que teve participação direta nos eventos finais da vida de Jesus Cristo, mas para falar dele, é preciso retomar as escavações ocorridas em Cesareia marítima, norte de Israel. Cesareia, na verdade, foi uma antiga complexa estrutura portuária que causou interesse nos arqueólogos a partir de 1959 quando o casal de exploradores Edwin e Marion Link se dirigiram a Israel para explorar os restos daquele antigo porto. Várias coisas foram ali escavadas e exploradas revelando por exemplo, ânforas milenares depositadas no fundo do mar, AQUEDUTOS em estilo romano muito bem construídos, muralhas bizantinas bem preservadas e, finalmente, um teatro romano do I século depois de Cristo.Desde aquele tempo Jovens de todo o mundo participavam das escavações em Israel e foi assim que um 1961 um jovem italiano percebeu neste setor próximo ao teatro uma pedra com antigas inscrições em latim.
A pedra estava em segundo uso ou seja, mesmo na antiguidade ela foi removida de seu lugar original e agora servia como degrau de uma escada, mas a inscrição parcialmente danificada era muito fácil de ser lida.
27/12/2011
Exposição do manuscrito mais antigo dos Dez Mandamentos
Nova York, 16 dez (EFE).- O manuscrito mais antigo e conservado com as mensagens dos Dez Mandamentos que, segundo a fé judaica, Moisés recebeu no Monte Sinai, será exposto a partir desta sexta-feira no Museu Discovery de Nova York.
Escrito em hebraico, o pergaminho de mais de 2 mil anos possui aproximadamente 45 centímetros de comprimento por 7 centímetros de largura e faz parte da mostra mais ampla sobre os manuscritos do Mar Morto, que inclui mais de 500 artefatos cedidos pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês).
O documento foi descoberto em 1954 e, segundo o Museu Discovery, faz parte de uma coleção de mais de 900 peças encontradas ao longo dos anos 40 e 50 em uma gruta de Qumran, região situada próxima ao Mar Morto.
Os manuscritos, também escritos em aramaico e grego, além de hebraico, são os documentos mais antigos encontrados sobre a vida na Judéia.
Segundo o museu nova-iorquino, "os Dez Mandamentos são as regras que constituem os pilares da moralidade e da lei do mundo ocidental", destacando que o texto "reúne e define como os homens e as mulheres devem trabalhar e viverem juntos sob sua fé em uma sociedade civil".
Essa é a primeira vez que esse pergaminho será exposto em Nova York. A peça, que contém fragmentos do Deuteronômio, é datado entre os anos 50 e 1 a.C. e é um dos dois únicos manuscritos antigos com os Dez Mandamentos que existem atualmente.
Apesar do tempo de existência, o Museu Discovery confirmou que o estado de conservação do manuscrito é "excepcional", apesar de ser feito com um material tão frágil como a pele de um animal, ou seja, muito vulnerável à umidade, a luz e as variações na temperatura.
O outro manuscrito, conhecido como o Papiro Nash, está armazenado na Universidade de Cambridge. Apesar de estar fragmentado, a peça é datada entre o ano 150 e 100 a.C.
A identidade do autor das escritas é desconhecida, embora a instituição nova-iorquina tenha afirmado que muitos especialistas acreditam que todos os manuscritos do Mar Morto foram escritos por integrantes de uma seita que se distanciou do Judaísmo e viveu no deserto de Israel do século III a.C. até o ano 68 d.C.
O pergaminho dos Dez Mandamentos poderá ser visto até o próximo dia 2 de janeiro, enquanto o resto da exposição, que foi inaugurada 28 de outubro, permanecerá aberta até o dia 15 de abril de 2012. EFE
fonte: discoverytsx
23/12/2011
Pedra maia fala da chegada do “senhor dos céus”
A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México. A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. “No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História. Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para esse dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse. “No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.
(Jornal do Brasil)
Nota: A Bíblia garante que ninguém sabe o dia nem a hora da volta de Jesus, mas é curioso notar como a pedra maia se refere à chegada do “senhor dos céus”. Centenas de culturas antigas também se referem ao dilúvio universal; outras tantas culturas trazem resquícios do relato da criação semelhante ao que encontramos na Bíblia. Seria essa referência à vinda do “senhor dos céus” outra “semente da verdade” que ficou na memória do povo maia? É bom lembrar que muito tempo antes da encarnação de Jesus, Enoque, o sétimo depois de Adão, já proclamava a segunda vinda de Cristo (cf. Judas 14). Portanto, esse evento futuro pode muito bem ter sido preservado entre as tradições orais e escritas de alguns povos antigos.[MB]
(Jornal do Brasil)
Nota: A Bíblia garante que ninguém sabe o dia nem a hora da volta de Jesus, mas é curioso notar como a pedra maia se refere à chegada do “senhor dos céus”. Centenas de culturas antigas também se referem ao dilúvio universal; outras tantas culturas trazem resquícios do relato da criação semelhante ao que encontramos na Bíblia. Seria essa referência à vinda do “senhor dos céus” outra “semente da verdade” que ficou na memória do povo maia? É bom lembrar que muito tempo antes da encarnação de Jesus, Enoque, o sétimo depois de Adão, já proclamava a segunda vinda de Cristo (cf. Judas 14). Portanto, esse evento futuro pode muito bem ter sido preservado entre as tradições orais e escritas de alguns povos antigos.[MB]
22/12/2011
Comprovações arqueológicas
“a bíblia enquanto história” e muitos religiosos o receberam com grande entusiasmo. No Brasil a versão em português teve um título ainda mais audacioso e interessante para os crentes: E a bíblia tinha razão. Parecia realmente um compêndio a favor da fé na palavra de Deus e contrário à visão dos críticos.Fonte: Evidencias
18/12/2011
Pirâmide gigante nos Bálcãs?
Antigas pirâmides erguidas por civilizações já abocanhadas pelo tempo, com diversas câmaras, passagens subterrâneas e “maldições”, nos remetem diretamente ao Egito e sua sacralizada herança histórica. Mas isso está prestes a mudar. Arqueólogos da Bósnia-Herzegovina descobriram um vale de pirâmides na cidade de Visoko, perto de Sarajevo, a capital do país. A principal estrela do vale é a “Pirâmide Bósnia do Sol”, com altura de 220 metros. Para se ter ideia de sua grandiosidade, são necessárias algumas comparações. A Grande Pirâmide do Egito tem “apenas” 148 m, e a Pirâmide do Sol de Teotihuacán, no México, 74 m. Cada bloco da “nova” pirâmide pesa aproximadamente 20 toneladas, o que a torna ainda mais impressionante.
O governo egípcio, preocupado com o teor da descoberta e de como ela poderia afetar o turismo no país, enviou um time de quatro especialistas para checar a veracidade dos fatos: o arqueólogo e egiptólogo Nabil Swelim, descobridor de quatro pirâmides, o geólogo Aly Barakat e os arqueólogos Soliman Hamed e Mona Fouad Ali, da Universidade do Cairo. Após 15 dias de estudos, a conclusão da equipe foi que a “Pirâmide Bósnia do Sol” é de fato a maior do mundo.
Os cientistas mostram que a pirâmide data de 12 a 15 mil anos atrás. Mas material orgânico – mais precisamente pedaços de madeira – encontrado nos túneis foi datado entre 31 e 34 mil anos, segundo testes realizados no Laboratório Kiel, na Alemanha, e no Laboratório Gliwice, na Polônia. [Interessante ver essas discrepâncias de datação, o que revela que o método nem sempre é cem por cento seguro.]
Em entrevista à CH On-line o arqueólogo bósnio Semir Osmanagich, responsável pela descoberta, disse que “os resultados são impressionantes, pois mostram que havia atividade humana avançada na Bósnia no mesmo período em que engenhosos desenhos foram feitos na Espanha e na França, cerca de 32 mil anos atrás”. Osmanagich conta que até agora eles descobriram apenas duas entradas para os túneis subterrâneos, que em um passado distante foram alagados, como mostram estudos feitos no local.
Geofísicos do respeitado instituto alemão LGA Bautechnik realizaram testes e encontraram 44 anomalias – passagens subterrâneas ou áreas pavimentadas – em todo o vale. Os pesquisadores também encontraram escritas entalhadas em rochas. Análises de especialistas húngaros certificam que os entalhes e as gravuras nos túneis subterrâneos em muito se assemelham a antigas escritas europeias, como o rúnico e o glozélico.
Outra característica que faz com que os cientistas envolvidos na descoberta a considerem como uma das mais excitantes dos últimos tempos é a dureza do concreto usado na “nova” pirâmide. Segundo pesquisas feitas no Instituto de Materiais da Universidade de Zenica e no Instituto de Engenharia Civil da Universidade de Sarajevo (ambos na Bósnia-Herzegovina), sua dureza é quatro vezes maior que a do concreto moderno. Além disso, a permeabilidade também é maior que a do concreto de hoje. Enquanto aquele tem uma taxa de absorção de água de cerca de 1%, o concreto moderno tem uma taxa de até 3%.
Alguns pesquisadores da área não aceitam a descoberta e argumentam que a existência de pirâmides na região dos Bálcãs é impossível. Isso porque não há qualquer registro de civilizações europeias que tenham tentado construir pirâmides em algum momento de sua história. Eles consideram que as antigas civilizações da Bósnia-Herzegovina não eram capazes de construir estruturas colossais como pirâmides. E defendem que a estrutura apontada como “maior pirâmide do mundo” não passa de uma formação natural, sem qualquer interferência humana.
Os detratores da “nova” pirâmide, com o apoio da Associação Europeia de Arqueólogos, encaminharam petições ao governo bósnio solicitando a suspensão das pesquisas. Mas uma comissão formada pelo governo do país para estudar o caso rejeitou as acusações.
Verdade ou mentira, fato é que a discussão aventa novas perspectivas no campo da história e da arqueologia. Esse, aliás, é o ponto de vista da arqueóloga Mona Haggag, da Universidade de Alexandria, no Egito. Ela sustenta que “a descoberta ajuda a escrever novas páginas da história europeia e mundial”.
Ao ser questionado sobre o motivo de as pirâmides terem sido descobertas só agora, apesar de todo o aparato tecnológico da atualidade, Osmanagich diz que “ninguém viu o óbvio na frente de seus olhos talvez porque elas estejam encobertas por solo e vegetação, como acontece com outras pirâmides na China e Guatemala”, defende o arqueólogo.
Desde a descoberta, a pequena Visoko já recebeu mais de um milhão de turistas. Isso acabou levando à criação de um parque arqueológico no vale das pirâmides e de uma fundação responsável pelas pesquisas a serem feitas no local. “Ainda há muitos segredos a serem desvendados”, afirma Osmanagich.
(Ciência Hoje)
Nota: Mesmo que essa superpirâmide bósnia não seja verdadeira, todas as outras já descobertas – no Egito, no México, na China, etc. – deixam evidente a tecnologia e engenhosidade dos humanos do passado. Além disso, a semelhança entre as pirâmides também aponta para um conhecimento arquitetônico comum, o que é de se esperar de uma cultura avançada que foi se espalhando pelo mundo a partir de um único ponto de dispersão. Dá para entender a preocupação quase desesperada dos cientistas (certamente darwinistas) em negar o achado, já que ele aponta para nossa origem superior e não animalesca. Ou isso, ou terão que apelar mais uma vez para a fictícia “ajuda extraterrestre”. Que sinuca, não? Dar razão aos criacionistas ou aos ufólogos?[MB]
Fonte: Criacionismo
O governo egípcio, preocupado com o teor da descoberta e de como ela poderia afetar o turismo no país, enviou um time de quatro especialistas para checar a veracidade dos fatos: o arqueólogo e egiptólogo Nabil Swelim, descobridor de quatro pirâmides, o geólogo Aly Barakat e os arqueólogos Soliman Hamed e Mona Fouad Ali, da Universidade do Cairo. Após 15 dias de estudos, a conclusão da equipe foi que a “Pirâmide Bósnia do Sol” é de fato a maior do mundo.
Os cientistas mostram que a pirâmide data de 12 a 15 mil anos atrás. Mas material orgânico – mais precisamente pedaços de madeira – encontrado nos túneis foi datado entre 31 e 34 mil anos, segundo testes realizados no Laboratório Kiel, na Alemanha, e no Laboratório Gliwice, na Polônia. [Interessante ver essas discrepâncias de datação, o que revela que o método nem sempre é cem por cento seguro.]
Em entrevista à CH On-line o arqueólogo bósnio Semir Osmanagich, responsável pela descoberta, disse que “os resultados são impressionantes, pois mostram que havia atividade humana avançada na Bósnia no mesmo período em que engenhosos desenhos foram feitos na Espanha e na França, cerca de 32 mil anos atrás”. Osmanagich conta que até agora eles descobriram apenas duas entradas para os túneis subterrâneos, que em um passado distante foram alagados, como mostram estudos feitos no local.
Geofísicos do respeitado instituto alemão LGA Bautechnik realizaram testes e encontraram 44 anomalias – passagens subterrâneas ou áreas pavimentadas – em todo o vale. Os pesquisadores também encontraram escritas entalhadas em rochas. Análises de especialistas húngaros certificam que os entalhes e as gravuras nos túneis subterrâneos em muito se assemelham a antigas escritas europeias, como o rúnico e o glozélico.
Outra característica que faz com que os cientistas envolvidos na descoberta a considerem como uma das mais excitantes dos últimos tempos é a dureza do concreto usado na “nova” pirâmide. Segundo pesquisas feitas no Instituto de Materiais da Universidade de Zenica e no Instituto de Engenharia Civil da Universidade de Sarajevo (ambos na Bósnia-Herzegovina), sua dureza é quatro vezes maior que a do concreto moderno. Além disso, a permeabilidade também é maior que a do concreto de hoje. Enquanto aquele tem uma taxa de absorção de água de cerca de 1%, o concreto moderno tem uma taxa de até 3%.
Alguns pesquisadores da área não aceitam a descoberta e argumentam que a existência de pirâmides na região dos Bálcãs é impossível. Isso porque não há qualquer registro de civilizações europeias que tenham tentado construir pirâmides em algum momento de sua história. Eles consideram que as antigas civilizações da Bósnia-Herzegovina não eram capazes de construir estruturas colossais como pirâmides. E defendem que a estrutura apontada como “maior pirâmide do mundo” não passa de uma formação natural, sem qualquer interferência humana.
Os detratores da “nova” pirâmide, com o apoio da Associação Europeia de Arqueólogos, encaminharam petições ao governo bósnio solicitando a suspensão das pesquisas. Mas uma comissão formada pelo governo do país para estudar o caso rejeitou as acusações.
Verdade ou mentira, fato é que a discussão aventa novas perspectivas no campo da história e da arqueologia. Esse, aliás, é o ponto de vista da arqueóloga Mona Haggag, da Universidade de Alexandria, no Egito. Ela sustenta que “a descoberta ajuda a escrever novas páginas da história europeia e mundial”.
Ao ser questionado sobre o motivo de as pirâmides terem sido descobertas só agora, apesar de todo o aparato tecnológico da atualidade, Osmanagich diz que “ninguém viu o óbvio na frente de seus olhos talvez porque elas estejam encobertas por solo e vegetação, como acontece com outras pirâmides na China e Guatemala”, defende o arqueólogo.
Desde a descoberta, a pequena Visoko já recebeu mais de um milhão de turistas. Isso acabou levando à criação de um parque arqueológico no vale das pirâmides e de uma fundação responsável pelas pesquisas a serem feitas no local. “Ainda há muitos segredos a serem desvendados”, afirma Osmanagich.
(Ciência Hoje)
Nota: Mesmo que essa superpirâmide bósnia não seja verdadeira, todas as outras já descobertas – no Egito, no México, na China, etc. – deixam evidente a tecnologia e engenhosidade dos humanos do passado. Além disso, a semelhança entre as pirâmides também aponta para um conhecimento arquitetônico comum, o que é de se esperar de uma cultura avançada que foi se espalhando pelo mundo a partir de um único ponto de dispersão. Dá para entender a preocupação quase desesperada dos cientistas (certamente darwinistas) em negar o achado, já que ele aponta para nossa origem superior e não animalesca. Ou isso, ou terão que apelar mais uma vez para a fictícia “ajuda extraterrestre”. Que sinuca, não? Dar razão aos criacionistas ou aos ufólogos?[MB]
Fonte: Criacionismo
16/12/2011
Fim do mundo previsto pelos maias: erro interpretativo
O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição “A Sociedade e o Tempo Maia” inaugurada recentemente no Museu do Ouro de Bogotá. O arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) e um dos curadores da mostra, Orlando Casares, explicou à Agência Efe que a base da medição do tempo dessa antiga cultura era a observação dos astros. Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do Sol, da Lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um fim. “Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica”, explicou Casares, que esclareceu: “A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir.”
Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal dessa civilização. “Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado ‘Haab’ que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o ‘Tzolkin’, de 260 dias, que regia a vida ritualística”, acrescentou Casares.

A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Dessa forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, “não podiam separar o religioso do cotidiano”.
Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia. Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o “baktun” (período de 144 mil dias); na maioria das cidades 13 “baktunes” constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.
Com essa explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, “propositais ou não”, de interpretação dos objetos achados dessa civilização.
De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.
A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura. [...]
04/12/2011
A MUMIFICAÇÃO NO ANTIGO EGITO
MÚMIA DO FARAÓ SETI, QUE GOVERNOU O EGITODE 1291 A 1278 A.C.
Na época pré-dinástica, os mortos eram sepultados na areia. Os cadáveres ressecavam e ficavam conservados por anos. Unindo essa observação à crença na vida além túmulo, onde o morto precisaria de seu corpo em condições favoráveis para passar a eternidade, os egípcios desenvolveram técnicas de embalsamento.
As primeiras provas do uso de métodos rudimentares de preservação de cadáveres no Egito são de cerca de 3100 a.C. - é dessa época uma caixa com ossos encontrada perto do Cairo. Só atingiram a perfeição perto de 1000 a.C., quando a mumificação já era feita regularmente em lugares chamados per-nefer ("casa da purificação"). O procedimento podia ser mais ou menos sofisticado e caro. O mais completo começava com a evisceração a partir de uma incisão no lado esquerdo do corpo. Eram extraídos o intestino, o fígado, os pulmões, a bexiga e o estômago - que eram lavados, purificados e depositados em quatro vasos (chamados canopes). Os rins e o coração não eram removidos. Conforme a época os olhos eram retirados e vidros pintados eram colocados no globo ocular.
O abdome era perfumado com mirra, canela e outras ervas. Introduziam na narina esquerda um ferro recurvado e fino de bronze com o qual rompiam o osso que separa as fossas nasais da parte anterior do crânio e puxavam o cérebro para fora, por partes. Acredita-se também que usavam um pequeno fole para sugar a massa encefálica. Na caixa craniana era injetada resina ou betume, que se solidificava. O corpo era então imerso em natrão para desidratar por 40 dias. Depois era lavado com água do Nilo e untado com bálsamo. As cavidades torácica e abdominal eram preenchidas com serragem, líquen seco, palha e chumaços de pano. E as incisões eram costuradas. Finalmente eram colocadas as ataduras - bandagens de linho com resina. Enquanto isso, um sacerdote , usando uma máscara do deus Anúbis, recitava orações e fórmulas mágicas.
Segundo o historiador Herótodo, havia duas outras técnicas mais baratas: "Preparavam enemas cheios de óleo de cedro e com eles enchiam o ventre do morto, sem fazer cortes nem remover o intestino. Depois o imergiam no natrão pelo tempo estabelecido. No último dia tirava o óleo, e ele saía com tanta força que trazia consigo os intestinos e as vísceras maceradas". O processo todo demorava 70 dias. Para os mais pobres, a preparação do corpo se limitava à purificação de intestino com uma planta purgativa e à colocação do corpo no natrão.
1 - EVISCERAÇÃO: A remoção das vísceras era feita por uma incisão no abdome. Por ali era retirados os órgãos. O cérebro era puxado pelo nariz com ajuda de um gancho (ou pinça) de metal ou de um pequeno fole.
2- DESIDRATAÇÃO: Os órgãos eram tratados, perfumados e colocados em vasos específicos. Depois o corpo era coberto de natrão, um tipo de sal. O processo de desidratação demorava 40 dias.
3- PREENCHIMENTO: Por volta do ano 1000 a.C. em diante, os embalsamadores começaram a preencher os corpos com chumaços de pano, palha, líquen e serragem para que múmia tivesse uma aparência menos flácida.
peregrinodecristo
4- ENFAIXAMENTO: Eram enfaixados os dedos, um por um; depois os membros, o rosto e o tórax. Entre as 300 tiras de linho embebidas em resina e óleos aromáticos eram colocados amuletos. No rosto ia a inscrição "Que viva".
Fonte: http://peregrinodecristo.blogspot.com
Referência Bibliográfica:
Aventuras na História - Edição Especial; Egito - O guia definitivo da civilização mais misteriosa de todos os tempos. Edição 94-A, maio de 2011, Editora Abril; São Paulo, SP.
02/12/2011
Arqueólogo encontra primeira igreja evangélica da América, onde teria se casado Pocahontas
A princesa indígena Pocahontas, que foi popularizada pelo filme da Disney, ganhou destaque novamente com a descoberta das fundações de uma antiga igreja, fundada no início do século 17, na região de Jamestown. O arqueólogo William Kelso, chefe da equipe, afirmou que “esta foi a primeira igreja protestante, das dezenas de milhares que existem atualmente nos Estados Unidos”.
Segundo informações da AFP, Pocahontas teria se casado com um colono inglês no local, em 1614. O casamento, que na verdade era uma aliança política, fez com que os índios aceitassem a chegada dos ingleses e não promovessem mais guerras pelo território. “Aqui, em abril de 1614, casou-se, com um colono inglês, a princesa indígena Pocahontas, filha predileta do chefe Powhatan. Com o casamento, os indígenas se retiraram e não houve mais lutas”, relatou Kelso.
O local, recém descoberto, foi escavado de forma bastante cuidadosa, e revelou as fundações com dois metros de profundidade que baseavam os pilares da igreja. As medidas das fundações, assim como das dimensões do templo batem com as anotações encontradas em documentos do secretário da colônia. “Estou convencido porque corresponde ao tamanho correto”, explicou o arqueólogo.
Historiadores afirmam que na mesma época, duas outras igrejas protestantes foram construídas, porém não sobraram resquícios. Da mesma época, foram encontrados fragmentos de uma antiga igreja católica na Flórida. “A religião desempenhou um papel importante na comunidade”, afirmou Kelso, que constatou que para a edificação da igreja, houve um esforço gigantesco: “Os colonos trabalharam muito na construção desta grande igreja, e chegou a ser muito importante para a colônia”.
Foram encontrados quatro túmulos junto às fundações da igreja, e os arqueólogos atribuem esses túmulos aos quatro membros mais importantes da colônia: um cavaleiro, dois capitães e o Reverendo Robert Hunt, o primeiro religioso a desembarcar nas terras da então colônia.
A princesa indígena Pocahontas, casou-se com John Rolfe, e morreu na Inglaterra com 21 anos de idade.
21/11/2011
Comprovações arqueológicas
“a bíblia enquanto história” e muitos religiosos o receberam com grande entusiasmo. No Brasil a versão em português teve um título ainda mais audacioso e interessante para os crentes: E a bíblia tinha razão. Parecia realmente um compêndio a favor da fé na palavra de Deus e contrário à visão dos críticos.
20/09/2011
Quem era Tammuz?
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