31/12/2011

O Clamor da Meia Noite





Não muito tempo depois da passagem do tempo em 1844, foi-me concedida a primeira visão. Estava em Portland, em visita à Sra. Haines, irmã em Cristo, cujo coração estava enlaçado ao meu. Cinco de nós, todas mulheres, estávamos ajoelhadas silenciosamente no culto da família. Enquanto estávamos orando, o poder de Deus me sobreveio como nunca o havia sentido antes.
Parecia estar cercada de luz, e achar-me subindo mais e mais alto da Terra. Voltei-me para ver o povo do advento no mundo, mas não o pude achar, quando uma voz me disse: "Olha novamente, e olha um pouco mais para cima." Com isso, olhei mais para o alto e vi um caminho reto e estreito, levantado em um lugar elevado do mundo. O povo do advento estava nesse caminho, a viajar para a cidade que se achava na sua extremidade mais afastada. Tinham uma luz brilhante colocada por trás deles no começo do caminho, a qual um anjo me disse ser o clamor da meia-noite. Mat. 25:6. Essa luz brilhava em toda a extensão do caminho, e proporcionava claridade para seus pés, para que não tropeçassem.

Se conservavam o olhar fixo em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os para a cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam ter entrado nela antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito; e de Seu braço saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: "Aleluia!" Outros temerariamente negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não fora Deus quem os guiara tão longe. A luz atrás deles desaparecia, deixando-lhes os pés em densas trevas; de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio.

Logo ouvimos a voz de Deus semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, reconheceram e entenderam a voz, ao passo que os ímpios julgaram fosse um trovão ou terremoto. Ao declarar Deus o tempo, verteu sobre nós o Espírito Santo, e nosso rosto brilhou com esplendor da glória de Deus como aconteceu com Moisés, na descida do Monte Sinai.

Os 144.000 estavam todos selados e perfeitamente unidos. Em sua testa estava escrito: "Deus, Nova Jerusalém", e tinham uma estrela gloriosa que continha o novo nome de Jesus. Por causa de nosso estado feliz e santo, os ímpios enraiveceram-se e arremeteram violentamente para lançar mão de nós, a fim de lançar-nos à prisão, quando estendemos a mão em nome do Senhor e eles caíram indefesos ao chão. Foi então que a sinagoga de Satanás conheceu que Deus nos havia amado a nós, que lavávamos os pés uns aos outros e saudávamos os irmãos com ósculo santo; e adoraram a nossos pés.
Logo nossos olhares foram dirigidos ao Oriente, pois aparecera uma nuvenzinha aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem, a qual todos soubemos ser o sinal do Filho do homem. Todos em silêncio solene olhávamos a nuvem que se aproximava e tornava mais e mais clara e esplendente, até converter-se numa grande nuvem branca. A parte inferior tinha aparência de fogo; o arco-íris estava sobre a nuvem, enquanto em redor dela se achavam dez milhares de anjos, entoando um cântico agradabilíssimo; e sobre ela estava sentado o Filho do homem. Os cabelos, brancos e anelados, caíam-Lhe sobre os ombros; e sobre a cabeça tinha muitas coroas. Os pés tinham a aparência de fogo; em Sua destra trazia uma foice aguda e na mão esquerda, uma trombeta de prata.

Seus olhos eram como chamas de fogo, que profundamente penetravam Seus filhos. Todos os rostos empalideceram; e o daqueles a quem Deus havia rejeitado se tornaram negros. Todos exclamamos então: "Quem poderá estar em pé? Estão as minhas vestes sem mancha?" Então os anjos cessaram de cantar, e houve algum tempo de terrível silêncio, quando Jesus falou: "Aqueles que têm mãos limpas e coração puro serão capazes de estar em pé; Minha graça vos basta." Com isso nosso rosto se iluminou e encheu de alegria o coração. E os anjos tocaram mais fortemente e tornaram a cantar, enquanto a nuvem mais se aproximava da Terra.


Então a trombeta de prata de Jesus soou, ao descer Ele sobre a nuvem,
envolto em labaredas de fogo. Olhou para as sepulturas dos santos que dormiam, ergueu então os olhos e mãos ao céu, e exclamou: "Despertai e exultai, vós que habitais no pó." Isa. 26:19. Houve um forte terremoto. As sepulturas se abriram, e os mortos saíram revestidos de imortalidade. Os 144.000 clamaram "Aleluia!", quando reconheceram os amigos que deles tinham sido separados pela morte, e no mesmo instante fomos transformados e arrebatados juntamente com eles para encontrar o Senhor nos ares.


Todos nós entramos juntos na nuvem, e estivemos sete dias ascendendo para o mar de vidro, aonde Jesus trouxe as coroas, e com Sua própria destra as colocou sobre nossa cabeça. Deu-nos harpas de ouro e palmas de vitória. Ali, sobre o mar de vidro, os 144.000 ficaram em quadrado perfeito. Alguns deles tinham coroas muito brilhantes; outros, não tanto. Algumas coroas pareciam repletas de estrelas, ao passo que outras tinham poucas. Todos estavam perfeitamente satisfeitos com sua coroa. E todos estavam vestidos com um glorioso manto branco, dos ombros aos pés. Havia anjos de todos os lados em redor de nós quando caminhávamos sobre o mar de vidro em direção à porta da cidade. Jesus levantou o potente e glorioso braço, segurou o portal de pérolas, fê-lo girar sobre seus luzentes gonzos e nos disse: "Lavastes vossas vestes em Meu sangue, permanecestes firmes pela Minha verdade; entrai." Todos entramos e sentíamos ter perfeito direito à cidade.
Ali vimos a árvore da vida e o trono de Deus. Do trono provinha um rio puro de água, e de cada lado do rio estava a árvore da vida. De um lado do rio havia um tronco da árvore, e do outro lado outro, ambos de ouro puro e transparente. A princípio pensei que via duas árvores. Olhei outra vez e vi que elas se uniam em cima numa só árvore. Assim estava a árvore da vida em ambos os lados do rio da vida. Seus ramos curvavam-se até o lugar em que nos achávamos, e seu fruto era esplêndido; tinha o aspecto de ouro, de mistura com prata.

Todos nós fomos debaixo da árvore, e sentamo-nos para contemplar o encanto daquele lugar, quando os irmãos Fitch e Stockman, que tinham pregado o evangelho do reino, e a quem Deus depusera na sepultura para os salvar, se achegaram e nos perguntaram o que acontecera enquanto eles haviam dormido. Tentamos lembrar nossas maiores provações, mas pareciam tão pequenas em comparação com o peso eterno de glória mui excelente que nos rodeava, que nada pudemos dizer-lhes, e todos exclamamos - "Aleluia! muito fácil é adquirir o Céu!" - e tangemos nossas gloriosas harpas e fizemos com que as arcadas do Céu reboassem.



Depois de voltar da visão, tudo parecia mudado; tristeza envolvia tudo que eu contemplava. Oh! quão tenebroso me parecia este mundo! Chorei quando me achei aqui, e senti saudades. Eu vira um mundo melhor, que depreciara este para mim.
Relatei esta visão aos crentes em Portland, que creram plenamente provir de Deus. Todos achavam que Deus escolhera esse meio, depois do grande desapontamento de outubro, para consolar e fortalecer o Seu povo. O Espírito do Senhor acompanhava o testemunho e éramos impressionados com a transcendência da eternidade. Enchia-me um temor indizível de que, tão jovem e fraca, houvesse sido escolhida como instrumento pelo qual Deus outorgaria luz a Seu povo. Enquanto me achava sob o poder do Senhor, eu estava cheia de alegria, parecendo estar rodeada de santos anjos nas cortes gloriosas do Céu, onde tudo é paz e contentamento. Triste e amarga mudança foi o despertar-me para as realidades da vida mortal.
Vida e Ensinos, 57-61.

30/12/2011

Igreja Romana admite a Comunicação com os Mortos !

Esta é uma notícia do fantástico do final de 2008, mas é interessante notar, como o certamente não morrereis da serpente continua ecoando hoje:

Museu das Almas do Purgatório foi criado pela Igreja no começo do século passado pelo padre Victory Juet, que pertencia à Ordem do Sagrado Coração de Jesus, fundada em 1854 pelo padre Chevalier, com a finalidade de proferir missa e orações em sufrágio das almas em sofrimento.
Em 15 de novembro de 1897, quando se havia adornado o altar para uma festa, em comemoração às conquistas para construção do grande santuário, que é hoje a igreja, aconteceu um incêndio misterioso. Victory Juet e os fiéis deduziram que seriam almas do purgatório pedindo preces para aliviar seus sofrimentos no Além, uma vez que a igreja estava sendo construída para isso, além de uma demonstração real de que a Igreja seria necessária. A partir daí, o padre, impressionado, comunicou ao papa e às autoridades eclesiásticas, empreendeu muitas viagens pelos países europeus, buscando testemunhos, provas e sempre investigando para inserir outras comunicações semelhantes.
Depois de algum tempo e de uma grande quantidade de material selecionado ele fundou o primeiro Museu Cristão de Além Túmulo, com autorização do papa, para legitimar todas as peças que de acordo com suas crenças registram aparições de comunicação espírita entre padres e freiras. “Hoje o museu tem a quantidade de peças resumidas, mas é o registro dessas aparições durante muitos anos em diversas igrejas e diversas partes do mundo”, destaca Clóvis.
Segundo ele, a igreja admite, através do museu, a comunicação entre os vivos e os mortos. “Ali está uma testemunha autêntica da imortalidade, da comunicabilidade com os espíritos, muito embora 90% ou mais dos padres desconheçam este museu, pois foi instituído por uma Ordem e somente os padres que estão ligados a ela, o Sagrado Coração de Jesus, sabe da sua existência. Mas se o papa Pio X autorizou sua criação e se o fenômeno aconteceu ali é porque desde aquela época a Igreja admite a comunicação com os mortos. Não explicitamente para o público, mas entre as autoridades eclesiásticas, acreditamos que isso é um fato de algum tempo. Portanto, mais de 100 anos que estas peças registram silenciosamente fatos incontestáveis (para eles católicos) de que os espíritos se comunicam dentro do seio da Igreja Católica”, analisa.
O TEOR DAS MENSAGENS
De acordo com o parapsicólogo, algumas das comunicações destes padres eram o mal uso, por exemplo, das ofertas da missa e depois com a consciência culpada vinham dizer onde estava este dinheiro guardado. Outras foram de freiras que vinham dizer às irmãs que a vida continuava depois da morte. Também uma grande parte de casos de espíritos em sofrimento que voltavam pedindo para celebrar missa para alívio das dores e das perturbações da alma.
Como a Igreja Católica tem a leitura do Além em três níveis de realidades, explica Clóvis: os bons vão para o Céu; os maus vão para o Inferno e os que não são totalmente nem bons nem totalmente maus ficam temporariamente no Purgatório, como a maioria das comunicações vieram solicitando preces, a Igreja atribuiu este nome de Museu das Almas do Purgatório, após a morte do padre Victory Juet, porque o nome original era Museu Cristão de Além Túmulo.
PAPA LEGITIMA DIÁLOGO ENTRE MORTOS E VIVOS
Clóvis Nunes afirma que muitos testemunhos, por parte das autoridades eclesiásticas, admitem a possibilidade de comunicação dos espíritos. O depoimento mais marcante é do próprio Papa João Paulo II, que disse uma frase muito expressiva proferida Dia de Finados, 2 de novembro de 1983, num dos seus pronunciamentos públicos em Roma, na Praça de São Pedro: “O diálogo com os mortos não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo”.
Notem que, ao final do programa, a Repórter Ilze Scamparini faz duas perguntas ao Padre Gino Concetti. Vejamos agora a entrevista dele, publicada no Jornal Ansa, onde Concetti sustenta que, para a Igreja Católica, os contatos com o “mais além” são possíveis, e aquele que dialoga com o mundo dos mortos não comete pecadose o faz sob inspiração da fé:
Concetti - Segundo o catecismo moderno, Deus permite aos nossos caros defuntos, que vivem na dimensão ultraterrestre, enviar mensagens para nos guiar em certos momentos de nossa vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal, a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, na condição de que elas sejam levadas com uma finalidade séria, religiosa, científica.
P – Segundo a doutrina católica, como se produzem os contatos?
Concetti - As mensagens podem chegar-nos não através das palavras e dos sons, quer dizer, pelos meios normais dos seres humanos, mas através de sinais diversos; por exemplo, pelos sonhos, que às vezes são premonitórios, ou através de impulsos espirituais que penetram em nosso espírito. Impulsos que se podem transformar em visões e em conceitos.»
P – Todos podem ter essas percepções?
Concetti - Aqueles que captam mais frequentemente esses fenômenos são as pessoas sensitivas, isto é, pessoas que têm uma sensibilidade superior em relação a esses sinais ultraterrestres. Eu refiro-me aos clarividentes e aos médiuns. Mas as pessoas normais podem ter algumas percepções extraordinárias, um sinal estranho, uma iluminação repentina. Ao contrário das pessoas sensitivas, podem raramente conseguir interpretar o que se passa com elas no seu foro íntimo.
P – Para interpretar esses fenômenos a Igreja permite-lhes recorrer aos chamados sensitivos e aos médiuns?
Concetti - Sim, a Igreja permite recorrer a essas pessoas particulares, mas com uma grande prudência e em certas condições. Os sensitivos aos quais se pode pedir assistência devem ser pessoas que levam as suas experiências, mesmo aquelas com técnicas modernas, inspiradas na fé. Se essas últimas forem padres é ainda melhor. A Igreja interdita todos os contatos dos fiéis com aqueles que se comunicam com o “Mais Além” praticando a idolatria, a evocação dos mortos, a necromancia, a superstição e o esoterismo; todas as práticas ocultas que incitem à negação de Deus e dos sacramentos.
P – Com que motivações um fiel pode encetar um diálogo com os trespassados?
Concetti - É necessário não se aproximar muito do diálogo com os defuntos, a não ser nas situações de grande necessidade. Alguém que perdeu em circunstâncias trágicas, seu pai ou sua mãe, ou então seu filho, ou ainda seu marido e não se resigna com a idéia do seu desaparecimento, ter um contato com a alma do caro defunto pode aliviar-lhe o espírito perturbado por esse drama. Pode-se igualmente endereçar aos defuntos se se tem necessidade de resolver um grave problema de vida. Nossos antepassados, em geral, ajudam-nos e nunca nos enviarão mensagens nem contra nós mesmos nem contra Deus.
P – Que atitudes convém evitar durante contatos mediúnicos?
Concetti - Não se pode brincar com as almas dos trespassados. Não se pode evocá-las por motivos fúteis, para obter por exemplo um número da loteria. Convém também ter um grande discernimento a respeito dos sinais do “Mais Além” e não muito enfatizá-los. Arriscar-se-ia a cair na mais suspeita e excessiva credulidade. Antes do mais não se pode abordar o fenômeno da mediunidade sem a força da fé.
Como podemos notar na entrevista acima, o catolicismo está andando de mãos dadas com o espiritismo.
O QUE A BÍBLIA SAGRADA TÊM A NOS DIZER:
Quanto a “imortalidade da alma”? Note o que diz Eclesiastes 9:5 e 6:
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. Também o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram, e já não têm parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”
Salomão, inspirado por Deus, deixa claro que os mortos não sabem de nada, não vêem nada, não sentem nada. Não têm mais parte em nada do que se faz neste mundo. Segundo o texto, é impossível que uma pessoa que tenha morrido interaja de alguma maneira com os vivos. No Salmo 146:4, é dito que quando a pessoa morre, naquele momento “perecem todos os seus desígnios”.
Eclesiastes 12: 7 - “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”
Segundo a Bíblia, espírito é o ruach, ou simplesmente fôlego. No ato da criação do ser humano, Deus promoveu a união de dois elementos para formar um terceiro: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.”
Pó da terra (carbono, enxofre, hidrogênio, oxigênio, ferro…) + fôlego de vida (energia vital, respiração, fôlego…) = alma vivente (nephesh, ser humano).
Note que o texto diz que Adão se tornou alma vivente e não que teria recebido uma alma. Na morte, segundo a Bíblia, o processo é inverso: o pó volta ao pó, o fôlego (espírito), que não se trata, portanto, de uma entidade consciente, volta a Deus e a alma (pessoa) deixa de existir (até a ressurreição).
Hebreus 9:27 - “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.” O Homem nasce, cresce e morre apenas uma vez.
Conclusão: A idéia de imortalidade da alma teve início na criação, quando Satanás disse a Eva que ela não morreria se comesse do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Essa idéia, segundo a Bíblia, surgiu na mente de Satanás, idéia essa totalmente contrária ao que Deus revelou. Depois, outras culturas trataram de dar formas e contornos diferenciados à mesma idéia, como ocorreu no caso do dualismo grego, que ensinava ser o corpo uma espécie de mero “envoltório” da alma (que para eles se tratava de uma entidade imaterial).
A vantagem do inimigo com essa ideologia é que, crendo assim, o ser humano passa a não depender mais daquele que é “o caminho, a verdade e a vida”, Jesus Cristo. (Aliás, para o espiritismo, Jesus não é Deus, mas um “espírito evoluído” à semelhança de quem podemos nos tornar. O anjo caído queria ser como Deus. Não conseguiu e agora tenta rebaixar o Deus Filho à posição de simples “espírito”.)
A mudança do memorial da Criação, o dia de adoração, do sábado para o domingo; a adoção da crença na imortalidade incondicional da alma; a doutrina antibíblica do inferno; do purgatório e a intercessão de seres humanos (o único Intercessor entre Deus e a humanidade, segundo a Bíblia, é Jesus) são apenas alguns exemplos ilustrativos do quanto a mensagem cristã original foi adulterada pelo catolicismo. Muitos outros exemplos poderiam ser dados, mas creio que estes bastam para o propósito deste estudo.
Na onda dos apócrifos
Atualmente também há uma onda de pesquisa nos chamados livros apócrifos. O problema é que, ao contrário da uniformidade e coerência observadas nos 66 livros canônicos, os apócrifos apresentam diversas discrepâncias em relação aos livros bíblicos.
Por exemplo, o livro Sabedoria, que consta no cânon católico, faz referência ao purgatório, algo totalmente inexistente nas Escrituras e em desacordo com seus preceitos em relação ao estado do ser humano na morte (cf. Sal. 6:5; Ecles. 9: 5 a 10).
No livro apócrifo de 2º Macabeus, capítulo 12, versos 42 a 46, há uma referência à oração pelos mortos, que pode ser contrastada com o canônico Isaías, capítulo 38, versos 18 e 19. Anjos bons aparecem mentindo em Tobias, capítulo 5, versos 10 a 14, livro que também diz que órgãos de peixes podem espantar demônios! (Tob. 6:5-8.)
Os apócrifos foram incorporados à tradução da Bíblia para o latim (a Vulgata Latina) e decretados canônicos pelo Concílio de Trento, em 8 de abril de 1546. Têm seu valor histórico, mas não podem ser considerados canônicos (e os que pensam diferente deveriam ler as desculpas apresentadas pelo autor de 2º Macabeus, no capítulo 15, verso 37; algo muito estranho para um autor que se considera inspirado dizer).
UM ALERTA DE DEUS
“Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15.9).
Os imperadores romanos convocaram e presidiram os oito primeiros concílios, chamados “Concílios do Oriente”, e os homens, fora do alcance do poder de Deus e de seu Espírito, contrariando todos os princípios evangélicos, em seu desvario, sem a oposição dos crentes fiéis e com o apoio do Estado, introduziram ou oficializaram “doutrinas que são preceitos de homens”, como em sua Onisciência antevira Jesus, quando afirmou:
“Hipócritas! bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de Mim” (Mt 15.7,8).
fonte:http://setimodia.wordpress.com/

28/12/2011

Vaticano tem árvore de Natal decorada com ouro e prata

Uma árvore de 25 m de altura enfeita a praça de São Pedro, no Vaticano. O pinheiro é oriundo das montanhas da região ucraniana de Transcarpácia.
A árvore foi decorada com 2.500 bolas de ouro e prata, além de figuras de animais e brinquedos.
A tradição de montagem da árvore na praça começou com o papa João Paulo 2º em 1982. Seu sucessor, o papa Bento 16, resolveu mantê-la.
Gregorio Borgia - 16.dez.11/Associated Press
Árvore de 25 m de altura enfeita a praça de São Pedro, no Vaticano
Folha

27/12/2011

Exercício Físico Reduz Asma

exercicioFisicoReduzAsmaO frio está aí e, com ele, as crises de asma e outras doenças respiratórias. Não use o frio como desculpa, coloque-se em movimento. A atividade física regular vai lhe ajudar a passar o inverno com muito mais qualidade de vida.
A asma atinge 10% da população brasileira e é responsável por 400 mil internações e 2 mil mortes por ano, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai). Ernesto "Che" Guevara, o compositor Ludwig Van Beethoven e o político Theodore Roosevelt e são algumas das personalidades que sofrem ou sofreram com o problema. Para todos os asmáticos, uma boa notícia: atividade física reduz em até 60% os sintomas, segundo pesquisa do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo avaliou por três anos 101 pacientes adultos, com idade entre 20 e 50 anos, em tratamento no hospital. Na primeira etapa, todos participaram de um programa educacional, com ênfase no controle de fatores ambientais, uso correto da medicação durante o tratamento e automonitorização dos sinais da doença.
Em seguida, os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro passou por um tratamento fisioterápico, com a realização de exercícios respiratórios e treinamento aeróbico, além de acompanhamento clínico. As atividades físicas ocorreram duas vezes por semana, durante 30 minutos, por três meses. O outro grupo só recebeu exercícios respiratórios e acompanhamento clínico. Em ambos os casos, a medicação não foi alterada. Os participantes que colocaram o corpo em ação tiveram menos sintomas de asma (como tosse, chiado, falta de ar e aperto no peito) e melhoraram a qualidade de vida, especialmente no inverno, quando os incômodos se intensificam. De 16 episódios por mês, passaram a apresentar seis. Ansiedade e depressão, comuns em asmáticos, também foram atenuadas. Os pacientes que se mantiveram sedentários não apresentaram mudanças no quadro clínico.
O fisioterapeuta Felipe Mendes, autor do trabalho, disse que a atividade física, na maioria das vezes, é considerada vilã para quem tem a patologia por ser um dos fatores desencadeantes mais comuns de crises. No entanto, quando realizada corretamente, pode ser benéfica.
O frio está aí e, com ele, as crises de asma e outras doenças respiratórias. Não use o frio como desculpa, coloque-se em movimento. A atividade física regular vai lhe ajudar a passar o inverno com muito mais qualidade de vida.

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Autor: Patrícia Zwipp - Fonte: 
www.terra.com.br (Vida e Saúde).Compilado por: Clínica de Vida Natural - www.vidanatural.org.br

Exposição do manuscrito mais antigo dos Dez Mandamentos

Nova York, 16 dez (EFE).- O manuscrito mais antigo e conservado com as mensagens dos Dez Mandamentos que, segundo a fé judaica, Moisés recebeu no Monte Sinai, será exposto a partir desta sexta-feira no Museu Discovery de Nova York.
Escrito em hebraico, o pergaminho de mais de 2 mil anos possui aproximadamente 45 centímetros de comprimento por 7 centímetros de largura e faz parte da mostra mais ampla sobre os manuscritos do Mar Morto, que inclui mais de 500 artefatos cedidos pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês).
O documento foi descoberto em 1954 e, segundo o Museu Discovery, faz parte de uma coleção de mais de 900 peças encontradas ao longo dos anos 40 e 50 em uma gruta de Qumran, região situada próxima ao Mar Morto.
Os manuscritos, também escritos em aramaico e grego, além de hebraico, são os documentos mais antigos encontrados sobre a vida na Judéia.
Segundo o museu nova-iorquino, "os Dez Mandamentos são as regras que constituem os pilares da moralidade e da lei do mundo ocidental", destacando que o texto "reúne e define como os homens e as mulheres devem trabalhar e viverem juntos sob sua fé em uma sociedade civil".
Essa é a primeira vez que esse pergaminho será exposto em Nova York. A peça, que contém fragmentos do Deuteronômio, é datado entre os anos 50 e 1 a.C. e é um dos dois únicos manuscritos antigos com os Dez Mandamentos que existem atualmente.
Apesar do tempo de existência, o Museu Discovery confirmou que o estado de conservação do manuscrito é "excepcional", apesar de ser feito com um material tão frágil como a pele de um animal, ou seja, muito vulnerável à umidade, a luz e as variações na temperatura.
O outro manuscrito, conhecido como o Papiro Nash, está armazenado na Universidade de Cambridge. Apesar de estar fragmentado, a peça é datada entre o ano 150 e 100 a.C.
A identidade do autor das escritas é desconhecida, embora a instituição nova-iorquina tenha afirmado que muitos especialistas acreditam que todos os manuscritos do Mar Morto foram escritos por integrantes de uma seita que se distanciou do Judaísmo e viveu no deserto de Israel do século III a.C. até o ano 68 d.C.
O pergaminho dos Dez Mandamentos poderá ser visto até o próximo dia 2 de janeiro, enquanto o resto da exposição, que foi inaugurada 28 de outubro, permanecerá aberta até o dia 15 de abril de 2012. EFE

fonte: discoverytsx

23/12/2011

Pedra maia fala da chegada do “senhor dos céus”

A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México. A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. “No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História. Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para esse dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse. “No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.

(Jornal do Brasil)

Nota: A Bíblia garante que ninguém sabe o dia nem a hora da volta de Jesus, mas é curioso notar como a pedra maia se refere à chegada do “senhor dos céus”. Centenas de culturas antigas também se referem ao dilúvio universal; outras tantas culturas trazem resquícios do relato da criação semelhante ao que encontramos na Bíblia. Seria essa referência à vinda do “senhor dos céus” outra “semente da verdade” que ficou na memória do povo maia? É bom lembrar que muito tempo antes da encarnação de Jesus, Enoque, o sétimo depois de Adão, já proclamava a segunda vinda de Cristo (cf. Judas 14). Portanto, esse evento futuro pode muito bem ter sido preservado entre as tradições orais e escritas de alguns povos antigos.[MB]

22/12/2011

Comprovações arqueológicas

“a bíblia enquanto história” e muitos religiosos o receberam com grande entusiasmo. No Brasil a versão em português teve um título ainda mais audacioso e interessante para os crentes: E a bíblia tinha razão. Parecia realmente um compêndio a favor da fé na palavra de Deus e contrário à visão dos críticos.
  

Fonte: Evidencias

21/12/2011

Cristãos do Tibet são presos por praticarem culto religioso não autorizado pelo governo

Cristãos do Tibet são presos por praticarem culto religioso não autorizado pelo governo
Onze cristãos da região de Zhumadian, no Tibet, território pertencente à China, foram presos acusados de cometerem “crimes em todos os lugares”. Segundo informações da Missão Portas Abertas, eles eram membros de uma igreja doméstica.
A organização ChinaAid afirma que essa pode ter sido a primeira vez que as autoridades tibetanas censuraram e prenderam cristãos por suas crenças.
O grupo, liderado por Song Kuanxim, foi preso próximo da data em que é comemorado o Dia Nacional da China. Song foi levado sob custódia em 05 de Outubro, e foi informado que seria mantido detido durante 30 dias por fazer parte de um grupo religioso não permitido pelas autoridades.
Enquanto esteve preso, Song foi insultado e ridicularizado por policiais e carcereiros devido sua fé cristã. No dia 11 de Novembro, foi obrigado a assinar um documento em que ele se comprometia a não voltar a promover os cultos domésticos. Porém, seus pertences foram retidos pelas autoridades, sob o argumento de que eram ferramentas utilizadas para atividades criminosas.
Fonte: Gospel+